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PEC 300 FOI PREJUDICADA COM AS GREVES

quinta-feira, 1 de março de 2012

Paralisação de policiais piora chances de aprovação da PEC 300
Por.: Jorge Crocci

VALOR ECONÔMICO

Arnaldo Faria de Sá, autor da proposta original: “Greve não ajuda nada”
A gravidade do movimento grevista dos policiais militares iniciado na Bahia tornou o ambiente político na Câmara dos Deputados mais desfavorável à votação, em segundo turno, da Proposta de Emenda Constitucional que determina a fixação de um piso salarial nacional para policiais civil e militares, além de bombeiros.

Bandeira dos movimento policial do país todo, a proposta continua sendo conhecida como "PEC 300", embora o substitutivo aprovado em primeiro turno na Câmara em 2010 (na verdade, PEC 446) tenha um texto bem diferente do original, que não produz efeito prático imediato.
Lideranças e dirigentes partidários, mesmo dos partidos que mais defendiam a aprovação da proposta, como o Democratas, agora consideram urgente uma discussão mais ampla, em torno de uma nova política de segurança pública para o país, na qual a questão salarial seria apenas um dos itens - fundamental, mas não o único.

dep. Arnaldo Faria de Sá

"Em função do calor das coisas, diria que do exagero cometido por uma parcela dos policiais, no mínimo será retardada a votação da PEC 300", avalia o líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA). "A radicalização agrava [o ambiente para votação], porque não é a forma de resolver", concorda o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN).
Para Neto e Alves, assim como para o presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), o líder do PT no Senado, Walter Pinheiro (BA), e o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), o Congresso precisa, em vez de discutir só salário, debater as condições de trabalho e a qualificação dos policiais, a modernização do sistema e os demais aspectos que envolvem a segurança pública.
"Vamos ter de fazer uma discussão global sobre segurança pública, que envolva municípios, Estados e União. Esse assunto agora está na ordem do dia. Esse movimento [grevista], enfraquece a discussão da PEC 300", avalia Vaccarezza. Para o presidente do PSDB, é preciso um "esforço nacional" para discutir logo uma nova política de segurança nacional. "Não dá mais para empurrar essa crise com a barriga", diz Guerra.
Até o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), autor da PEC 300 original - que estabelecia equiparação salarial das polícias militares e bombeiros dos Estados com essas categorias do Distrito Federal - e um dos principais articuladores da proposta na Câmara reconhece que o movimento prejudicou. "Greve não ajuda nada", diz. Ele ouviu do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que não discutiria a votação da PEC durante a paralisação dos policiais.
Durante a tramitação, a PEC de Faria de Sá foi apensada a outras que tratavam de remuneração dos policiais. O texto que a Câmara aprovou em primeiro turno em 2010 não faz mais referência à isonomia com o Distrito Federal, onde os salários iniciais das polícias militar e civil são os maiores do país - respectivamente R$ 4,4 mil e R$ 7,5 mil. A média dos salários iniciais pagos nos Estados é de R$ 2 mil, segundo o petebista.
Pelo texto (PEC 446), que resultou de acordo entre as lideranças partidárias, uma lei federal fixará piso remuneratório dos policiais civil e militares e bombeiros. Essa lei disciplinará a composição e funcionamento de um fundo contábil instituído para arcar com essa despesa. Por fim, a PEC fixa prazo de 180 dias para que o Executivo encaminhe ao Congresso o projeto dessa lei.
O texto não fixa salários nem a participação da União no fundo. Mas, durante os debates da proposta, a avaliação era que os Estados não teriam condições de arcar com a despesa e, portanto, a União criaria um fundo com recursos do Tesouro para complementar o pagamento.
De acordo com a área econômica do governo, o aumento da despesa com salários da União e dos Estados seria de R$ 46 bilhões com a implementação da PEC. Segundo Faria de Sá, acordo realizado entre líderes governistas e do movimento dos policiais, logo depois da aprovação em primeiro turno, previa que a futura lei fixaria o salário inicial da categoria em R$ 3,5 mil. E que o segundo turno da votação ocorreria depois das eleições de outubro.
O texto base da PEC foi aprovado em 2 de março de 2010 por 393 votos e 2 abstenções. A votação continuou em 6 de julho, com análise das emendas, e a aprovação se deu por 349 votos a favor e nenhum contra. O mínimo necessário de votos favoráveis de deputados para aprovação de uma PEC é 308 (três quintos).
Aprovada a PEC em primeiro turno, os governadores fizeram pressão sobre os parlamentares para protelar o segundo turno. Os mais atuantes foram os da Bahia, Jaques Wagner (PT), de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), e do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT).
"Criou-se o impasse e esse impasse permanece. A conclusão da votação da PEC 300 só seria possível na hora em que houver pacto entre os governos federal e estaduais para que possam repartir os ônus da proposta", diz Henrique Alves.
Segundo o líder do PT no Senado, depois do movimento da Bahia o Congresso terá de fazer, "obrigatoriamente", um debate nacional sobre segurança. "Quem achava que ia simploriamente resolver o problema da segurança com salário caiu do cavalo", afirma Pinheiro.
Outro baiano, ACM Neto propõe que a Câmara crie uma comissão para examinar de forma ampla as condições de trabalho dos policiais e a questão salarial "Só depois de se fazer esse estudo aprofundado é que se deve colocar em votação a PEC", diz o líder do DEM. Ele defende a proposta, chamando a atenção para o fato de ela não fixar valores. "Não houve acordo de valor. A ideia é definir um valor que seja razoável, capaz de garantir uma remuneração mais equilibrada e justa, mas que, por outro lado, seja adequada à situação financeira dos Estados", explica Neto.
Arnaldo Faria de Sá planeja chamar a Brasília os líderes dos movimentos dos policiais de todo o país para uma reunião depois do Carnaval, para retomar as negociações com Marco Maia para tentar marcar a votação. "Eles estão desesperados. Carnaval é uma coisa localizada, na Bahia e no Rio. Mas Copa do Mundo e Olimpíada movimentarão o Brasil inteiro", diz ele.

Fonte.:http://deputadoarnaldo.blogspot.com/

Vamos aguardar acontecer?

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Taí uma matéria preocupante. A PEC 59 TEM que ser trabalhada com emergência. O que estamos fazendo para evitar o que a matéria profetiza abaixo? As Associações pararam de trabalhar em Brasília? Estamos satisfeitos? O que está havendo?
Reflitamos.


Marco Jamil 


Desestatização dos Portos


Efetivada a primeira fase da concessão de três dos principais aeroportos a empresas privadas, como o Governo Federal irá se posicionar em relação à politica de gestão portuária?
As carências do sistema portuário brasileiro são mais do que conhecidas, mas não têm o mesmo impacto das deficiências do aeroportuário, por envolver mais a carga do que as pessoas. Porém, tem um impacto econômico maior.





Diferentemente do sistema aeroportuário, há um grande volume de portos privados (caracterizados como terminais privativos - no sentido de que deveria ser de uso exclusivo do proprietário, o que não ocorre na prática). E dentro do porto há várias partes arrendadas a operadores privados.
O porto é um espécie de "shopping center" com o empreendedor construindo e gerenciando o conjunto e locando aos lojistas cada uma das unidades. As Cias Docas, na maior parte estatais, são os administradores do shopping center, por concessão da União, detentor da titularidade dos serviços públicos portuários, qualquer que seja sua localidade. E tanto dos marítimos como fluviais.
Um modelo de "privatização" seria a tradicional venda do controle acionário de algumas das cias docas. Outra seria a concessão direta a um grupo privado da gestão do porto, com a participação ou não da Cia Docas estatal. O modelo seria pelo aumento de capital com o grupo privado assumindo o controle acionário. Esses modelos tem o inconveniente de carregarem as dívidas anteriores, conhecidas e ocultas, o que gera insegurança jurídica e econômica para os eventuais investidores no controle acionário.
Com a lei dos portos o que se pretendia, usando as figuras acima, seria manter os "shopping centers" sob gestão estatal, com as lojas privadas, concorrendo com as lojas de rua, sem as regras do shopping. Em outros termos, dentro dos portos organizados - geridos pelas Cias Docas seriam serviços públicos, fora do porto organizado, serviços privados.
Seria uma grande desestatização ou "privatização", que sofreu grande inflexão com os governos Lula, com a tendência de fortalecer o papel estatal.
Com a mudança de orientação ideológica, com a presidente e o PT promovendo a concessão a privados, desde que não chamem de privatização, qua será a orientação com os portos?



Link: http://www.portogente.com.br/debate/index.php?cod=62687

Já vi ambientes como esse. rsrsrs

Não participe de rodinhas de funcionários falando mal do trabalho; isso não traz nada de positivo
Não participe de rodinhas de funcionários falando mal do trabalho; isso não traz nada de positivo



Quem nunca conviveu com um colega de trabalho reclamão, aquele para quem nada está bom? É o chefe que cobra demais, o cliente injusto, o salário baixo, o excesso de tarefas... Sempre há algum motivo para ele dizer, em qualquer pausa para um café ou durante o almoço, o quanto está insatisfeito. O problema é que esse colega torna a rotina bem difícil de suportar, já que o clima negativo atrapalha qualquer profissional, mesmo aquele que está empenhado em dar o melhor de si. Além disso, o hábito contagia. Sem perceber, quem sequer tem muitos motivos para insatisfação acaba entrando na onda de falar mal de tudo e de todos.

"A pessoa com postura negativa gera um clima de baixo astral. Quem está desmotivado não coopera com os outros e pode gerar uma cultura de desagregação", afirma João Baptista Brandão, professor e coordenador do master em liderança e gestão de pessoas da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em São Paulo. Portanto, vale ficar atento e não se deixar levar pela insatisfação alheia. Apesar de ser comum que o colega reclamão, aos poucos, seja excluído de "happy hours" ou do bate-papo durante o café, chamá-lo para uma conversa pode ser uma boa solução. "Pergunte o porquê da reclamação, faça com que ele reflita sobre o motivo de estar tão insatisfeito. Assim, ele também começa a perceber que está se tornando inconveniente”, diz José Roberto Marques, presidente do IBC (Instituto Brasileiro de Coaching).

Se nem com a conversa ele melhorou de atitude, talvez seja a hora de se afastar ou fingir que não está ouvindo a reclamação do dia. "Se for possível, o ideal é deixar entrar por um ouvido e sair pelo outro. Mas isso não é tão fácil de conseguir, e ninguém aguenta ficar muito tempo ao lado de uma pessoa tão negativa”, diz Brandão.  
Será que o "vírus" da reclamação te pegou?

José Roberto Marques, presidente do Instituto Brasileiro de Coaching, dá cinco pistas que podem indicar se você é um candidato a reclamão. Se você concordar com três ou mais das afirmações abaixo, repense sua atitude ou o seu emprego.

1.Estou sem paciência no trabalho e em casa.

2.Só consigo enxergar defeitos na empresa onde eu trabalho.

3. Acredito que o problema está nas pessoas com quem convivo.

4. Estou me sentindo desconfortável no trabalho.

5. Tenho dificuldade de me relacionar com meu chefe.

Dê uma força
Se o reclamão for mais do que um colega, for um amigo, você pode ajudá-lo a descobrir se está na hora de ele procurar um trabalho ou uma terapia --para descobrir o real motivo de tanta insatisfação.

Há quem faça da ladainha diária um hábito e, após um tempo, nem sabe mais dizer por que está reclamando tanto. E, nesse caso, evitar ao máximo participar das conversas que giram sobre o quanto o trabalho é ruim é o mais importante a ser feito. Se sua intenção é colaborar, não alimente esse tipo de assunto. Quando o colega começar com as lamúrias, mude o rumo do papo.

É preciso entender que há duas razões que levam as pessoas a reclamar. A primeira é a mais óbvia: o emprego não a faz mais feliz e está na hora de tomar coragem e procurar um novo desafio profissional. A outra, talvez mais difícil de ser descoberta, é um problema emocional. Nesse caso, mudar de emprego não adiantará, pois logo o novo trabalho, por melhor que seja, será motivo de infelicidade.

Saia do círculo vicioso da reclamação
Se você quer ajudar um reclamão ou se considera um (e quer mudar), veja as sugestões que talvez possam devolver o entusiasmo, de acordo com João Baptista Brandão Brandão. Você pode recomendar ao colega reclamão --se há intimidade para isso,  é claro-- ou usá-las para si mesmo.

- O reclamão deve refletir sobre o motivo da insatisfação. Está fazendo a mesma coisa há muito tempo? Não tem mais estímulo ou oportunidade de crescer? Há um objetivo em estar naquele determinado trabalho? Mesmo que não seja o emprego dos seus sonhos, pode ser um meio para conquistar algo que deseja? Dependendo das respostas, talvez a conclusão seja que é hora de procurar outro emprego.

- Não existe trabalho perfeito. Sempre haverá algo compensador e aquilo que não é tão prazeroso. Além disso, é preciso separar a esfera do "gostar" da esfera do "precisar".

- Muitas vezes, o funcionário precisa apenas de um novo estímulo no trabalho. Ter uma conversa com o chefe pode ajudar. Apresentar novas ideias e dizer que gostaria de fazer algo diferente, por exemplo.

- Aproximar-se dos colegas e melhorar a relação com a equipe é outro comportamento que torna o trabalho mais agradável.

- Procurar um mentor, que pode ser um especialista em coaching, um psicólogo ou alguém mais experiente que possa esclarecer dúvidas e ajudar a encontrar uma direção ajuda muito. O principal, sempre, é não alimentar reclamações.
Faça o teste

Aumenta número de doentes no navio de cruzeiros Armonia

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Lyne Santos
Os tripulantes do navio de cruzeiros MSC Armonia que continuam a bordo pretendem procurar o Consulado do Brasil em Buenos Aires, na Argentina, na manhã de hoje, assim que a embarcação chegar à capital. A intenção é pedir ajuda, pois subiu para 22 o número de funcionários doentes. Eles apresentam sintomas parecidos aos de Fabiana Pasquarelli, tripulante de 30 anos que faleceu em Santos, na madrugada do último sábado. 

A funcionária morreu após ser internada no Hospital Ana Costa, na Cidade, com insuficiência respiratória. Exames preliminares feitos na moça indicaram a presença do vírus Influenza B, que provoca a gripe comum. A causa da morte deverá ser divulgada na próxima semana.  

O aumento no número de tripulantes doentes preocupa os funcionários do Armonia, por isso resolveram pedir ajuda. A decisão foi revelada a A Tribuna ontem, por um jovem santista que trabalha no MSC Armonia e fez contato através de uma rede social, quando estava de folga. 

A ideia inicial dos tripulantes era buscar ajuda em Montevidéu, no Uruguai, onde o navio atracou ontem. No entanto, como não conheciam direito a região, preferiram aguardar a parada na Argentina, afirmou o rapaz.



Créditos: Arquivo
Embarcação chega a Buenos Aires na manhã desta quarta-feira

Passageiros de navio reclamam de descaso após morte de tripulante

MSC diz ter prestado apoio e que inspeção da Anvisa foi de rotina.
Para enfermeira a bordo, houve desinformação sobre o caso a bordo.


Uma passageira e um tripulante do navio MSC Armonia, que desembarcaram no sábado (18) em Santos após a morte de uma garçonete de 30 anos na sexta-feira (17), reclamam de falta de atenção e de informação por parte da empresa com as pessoas a bordo após o caso.
Eles acreditam que houve descaso para o risco de a jovem ter morrido de algo mais grave, como o vírus da gripe suína, A H1N1, já que, além da morte, mais 10 pessoas foram internadas com sintomas respiratórios agudos. O hospital pediu ao Instituto Adolfo Lutz exames que podem confirmar se algum dos internados ou a tripulante que morreu contraiu a doença.

A enfermeira Carla de Marinis, de 43 anos, estava entre os mais de 2 mil passageiros do cruzeiro que visitaram o litoral argentino e desembarcaram em Santos no sábado. Ela diz que, durante todo o tempo em que técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estavam a bordo, “o capitão sempre falou que era um procedimento de rotina, que não havia nada anormal. Em nenhum momento nos falaram que uma tripulante havia passado mal e morrido”, diz Marinis ao G1.

Técnicos da Anvisa entraram no MSC Armonia logo após o navio atracar no Porto de Santos, por volta das 5h da manhã de sábado. Os passageiros só foram liberados para o desembarque por volta das 11h. A MSC ressaltou ao G1 que foi um procedimento de rotina e que a embarcação foi liberada em seguida (leia mais abaixo).

“Questionei várias vezes a tripulação e os técnicos da Anvisa e ninguém falava o que estava acontecendo. Depois, nos avisaram que a Anvisa estava disponibilizando vacina Tríplice Viral para quem quisesse tomar e vários parentes começaram a telefonar, falando da morte. Nós ficamos totalmente sem informação o tempo todo e em pânico”, relembra a enfermeira.

“Na sexta-feira e no sábado, começaram a chegar os boatos e não sabia o que estava acontecendo. Meu marido percebeu que os tripulantes estavam falando de canto, percebemos que tinha acontecido alguma coisa, mas ninguém sabia o que”, afirma ela. 
Além da morte da garçonete Fabiana dos Santos, de 30 anos, que desembarcou na quarta-feira após o retorno de um cruzeiro com sintomas de gripe, outras 10 pessoas, entre passageiros e tripulantes, foram internados no Hospital Ana Costa, em Santos. Três tripulantes e um passageiro, uma menina de 13 anos, permanecem internados nesta segunda-feira (20).

“Não nos deram nenhuma recomendação ou precaução no caso de, se sentirmos algum sintoma de gripe, procurarmos um médico ou hospital, pois isso podia ser algo grave. Vejo descaso com o que ocorreu. A tripulante morreu em pouco tempo, o quadro evoluiu rápido, tem que ter uma precaução”, avalia a enfermeira. Ela viajou acompanhada do marido, um comerciante de 50 anos. “Com exceção do que ocorreu, o cruzeiro foi maravilhoso, a viagem transcorreu de forma tranquila e vimos paisagens lindas”, disse.

Tripulante reclama
Um tripulante que estava a bordo do cruzeiro e era amigo e colega de trabalho de Fabiana diz que a MSC não prestou apoio aos tripulantes que foram levados ao hospital e que tentou ocultar informações sobre o que havia ocorrido. Ele pediu ao G1 para não ter o nome divulgado.

“Eu senti os mesmos sintomas que a Fabiana, febre alta, dor no corpo e mal estar, mas me recuperei. A Fabiana, porém, adoeceu e o caso dela ficou grave. A empresa não deu nenhuma assistência, foram os colegas que avisaram a família. Outros tripulantes desembarcaram junto com ele com sintomas e foram caminhando para o hospital", disse.
Outro lado
A assessoria de imprensa da MSC informou que, no momento do desembarque no sábado, devido à presença da imprensa, havia muitos boatos sobre a causa da morte de Fabiana, o que deixou os passageiros preocupados. A empresa ressalta que a atuação da Anvisa na embarcação foi de rotina para situações em que há sintomas de gripe ou de qualquer doença.

A empresa informou que não havia motivo para preocupação porque toda os passageiros a bordo do cruzeiro não tiveram contato com a tripulante que morreu. Segundo a MSC, a Anvisa, após vistoria, liberou sem problemas a embarcação e um novo cruzeiro, com outros 2 mil passageiros, partiu para Argentina no mesmo dia sem nenhum problema.

A MSC também diz ter prestado “total apoio” aos tripulantes que desembarcaram com sintomas de gripe ou pneumonia na quarta-feira e no sábado e negou descaso com a tripulação sobre caso. “Eles receberam total apoio da empresa, são funcionários, e estamos dentro de todos os protocolos de segurança internacional para cruzeiros. Acompanhamos a tripulação no atendimento”, disse a assessoria.
Desde sábado (18), o G1 tenta contato com a Anvisa, mas não conseguiu até a atualização desta reportagem.

Veja a íntegra da nota da MSC sobre a morte:
"A tripulante Fabiana dos Santos foi internada na última quarta feita com tosse e febre, com diagnóstico inicial de pneumonia. O quadro se agravou e a tripulante veio a falecer na última madrugada.
A MSC Cruzeiros lamenta o ocorrido e está prestando toda a assistência aos familiares e amigos.
A empresa está acompanhando o trabalho das autoridades e aguarda os laudos definitivos.
A companhia reforça ainda que a Anvisa inspecionou o navio e o desembarque está ocorrendo normalmente. Assim que terminar esse procedimento, será iniciado o embarque para o próximo cruzeiro."
Fonte G1

Lindemberg Alves condenado a 98 anos e 10 meses de prisão

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Jurados entenderam que ele teve a intenção de matar a ex-namorada Ele foi considerado culpado de 12 crimes cometidos durante sequestro.


Ao final do quarto dia de julgamento, Lindemberg Alves, de 25 anos, foi condenado a 98 anos e 10 meses de reclusão pela morte de Eloá e pelos outros 11 crimes cometidos durante o sequestro ocorrido em 2008 em Santo André, no ABC. Além disso, terá de pagar 1.320 dias-multa.
A sentença começou a ser lida por volta das 19h35 desta quinta-feira (16) no Fórum de Santo André O júri composto por seis homens e uma mulher considerou que houve dolo (intenção) por parte de Lindemberg de matar Eloá - a defesa tentava convencê-los de que Lindemberg gostava da garota e não tinha a intenção de matá-la.
A decisão saiu pouco mais de três anos após Lindemberg sequestrar e matar Eloá, após mais de 100 horas de cativeiro. Para chegar a conclusão de que ele foi culpado pela morte, os jurados ouviram os depoimentos dos jovens que também foram sequestrados por Lindemberg, dos policiais que atuaram no caso e do próprio Lindemberg, o último a depor na quarta-feira (15). Foi a primeira vez que Lindemerg falou sobre o sequestro.
Pouco antes da leitura da sentença, a mãe de Eloá, Ana Cristina Pimentel, apareceu na janela do fórum e causou alvoroço do lado de fora. Muitas pessoas ficaram comovidas.
O júri foi composto de seis homens e uma mulher. Eles responderam a 12 séries de perguntas, uma para cada crime e cada vítima, para chegarem à pena.
"Além de eliminar a vida de uma jovem de 15 anos e quase matar Nayara e o bravo policial militar Atos Valeriano, causou enorme transtorno para a sociedade e para o estado", afirmou a juiza, na sentença.
Desfecho
Na manhã desta quinta, a advogada de Lindemberg, Ana Lúcia Assad, disse durante a fase de debates do julgamento que seu cliente ainda era apaixonado pela vítima e que não premeditou o crime. A defensora falou por cerca de uma hora e meia. A juíza Milena Dias determinou em seguida o intervalo.
“Ele não é marginal ou um criminoso. Os senhores [jurados] são pessoas de bem, assim como Lindemberg. Peço que o enxerguem como um irmão, pai dos senhores, um amigo. Ele não é bandido. Ele confessou que atirou em Eloá. Lindemberg é apaixonado por Eloá. Foi o grande e único amor da vida dele. Tanto é que ele não recebe visita íntima porque ele não quer ter outra mulher”, disse. “Lindemberg sofre pela morte de Eloá.”
A advogada de Lindemberg Alves, Ana Lúcia Assad, chega ao Fórum de Santo André, para trabalho
"Não vou pedir a absolvição dele. Ele errou, tomou as decisões erradas e deve pagar por isso, mas na medida do que ele efetivamente fez", disse a advogada. "Peço que os senhores [jurados] condenem o Lindemberg pelo homicídio culposo, pois ele não desejou o resultado. Ele sofre pela morte dela."
Ela falou que a polícia e a mídia também são responsáveis pela morte de Eloá.
Já a promotora Daniela Hashimoto disse que Lindemberg é “mentiroso, manipulador e dissimulado”. Daniela falou por uma hora e meia. A assistente da acusação dispensou os 30 minutos a que tinha direito.
“É esse rapazinho, bonzinho, coitadinho, arrependido, que veio aqui pedir perdão, ele fez um pedido sincero em frente à mídia, mas ele é uma pessoa que simula e é dissimuladora”, disse a promotora em relação ao pedido de perdão feito por Lindemberg durante seu depoimento. “Se fosse um pouco mais esperto ou orientado poderia ter dito que foi ao apartamento armado porque temia a reação dos pais de Eloá porque Eloá teria dito que apanhou dele [Lindemberg] dias antes”, completou.
Lindemberg
Durante o interrogatório, o réu falou pela primeira vez sobre o crime e admitiu ter atirado na ex. Ele contou detalhes do momento da invasão da PM ao apartamento. "Estávamos conversando os três no sofá. Infelizmente aconteceram algumas reações. A polícia estourou a porta e eu tomei um susto. Ela ameaçou um movimento e eu infelizmente atirei", disse. "Pensei que ela pudesse vir para cima de mim. Eu vi o movimento e atirei. Foi tudo muito rápido."
Questionado se atirou em Nayara, ele disse não se lembrar do fato: "Não me recordo". "Quando fui ver, já estava sendo agredido pelos policiais. Foi tudo muito rápido. Não tinha intenção." Ele disse também que não teve tempo de pensar. Lindemberg negou também ter atirado em um PM durante o sequestro. "É ficção." Ele também pediu perdão à mãe da vítima, Ana Cristina Pimentel.
G1

Aprovação da Lei da Ficha Limpa é elogiada por várias entidades

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, comemorou a decisão favorável do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a Lei da Ficha Limpa. Para ele, esse é um passo importante para a ética na política brasileira. A lei entrará em vigor nas eleições municipais deste ano.
“Não vamos acabar com todos os males da política brasileira, entretanto, a lei será um passo e aqueles carreiristas que querem fazer de seus mandatos uma extensão de seus interesses privados, vão pensar duas vezes, pois a punição será muito grande”, disse Cavalcante.
No entendimento do presidente da OAB, a decisão da Suprema Corte inicia o processo de reforma política no país. "O próximo passo agora será o Supremo Tribunal Federal acabar com o financiamento privado das campanhas eleitorais".
A diretora da Secretaria Executiva do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Jovita Rosa, também considera a decisão do Supremo como uma vitória para a sociedade. “A nossa forma de proposição deu certo e isso significa que quando a sociedade se mobiliza, ela consegue modificar uma realidade”.
Segundo ela, o movimento está escrevendo um projeto de lei de iniciativa popular para a reforma política. “Já estamos recolhendo as assinaturas. Vemos que pessoas usam o voto do eleitor e quando chegam [ao poder], defendem quem financiou suas campanhas”.
FL022
Os procuradores da República também se manifestaram a favor da decisão do STF. A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), disse em nota, que a vitória da Lei da Ficha Limpa é a comprovação de que o Brasil é, de fato, um Estado Democrático de Direito e que um país sem corrupção é possível.
Para o presidente da ANPR, Alexandre Camanho, o Supremo atendeu às demandas da sociedade e demonstrou que o Poder Judiciário está largamente em consonância com a proposta de um país honesto, que repudia governantes corruptos e políticos incapazes de gerir o patrimônio público.
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Arnaldo Versiani disse que a aprovação da Lei da Ficha Limpa pelo Supremo Tribunal Federal  poderá influenciar os partidos políticos a fazer uma seleção mais “criteriosa” de seus candidatos.
Para o advogado e ex-ministro do TSE José Eduardo Alckmin, as legendas deveriam ter mais “cautela” na escolha dos candidatos.
“Certamente aqueles que estiverem sob a influência da lei, com registros ameaçados, certamente os partidos em relação a eles terão mais cuidado. A tendência com essa decisão seria ter mais cautela na escolha dos candidatos", disse.
Dom Orani: Igreja está junto com a sociedade na Lei da Ficha Limpa
Imediatamente depois de o ministro Ayres Britto proferir o sexto voto favorável à constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, formando-se assim a maioria necessária para que todos os novos casos de inelegibilidade previstos na lei complementar aprovada pelo Congresso e sancionada em 2010 passem a ser aplicados já nas eleições municipais de outubro, houve uma grande comemoração feita não apenas por parlamentares do Congresso Nacional, mas também pelo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta.
Para o religioso, a aprovação da Ficha Limpa é uma conquista da população. Não apenas pelo fato da iniciativa ter partido da própria sociedade civil que enviou ao Congresso Nacional um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PL), mas também pelos benefícios que deve trazer a todos: “A Lei da Ficha Limpa é uma decisão coletiva, e a Igreja está junto com a sociedade. Essa aprovação é uma perspectiva que se abre não só para a sociedade olhar para um futuro melhor na política, como também e é uma forma de a política caminhar cada vez melhor dentro da ética”.
Para Dom Orani, a aprovação da Ficha Limpa é uma conquista da populaçãoA Campanha Ficha Limpa foi lançada em abril de 2008, na Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, e desde então foi abraçada pelo brasileiros, conseguindo alcançar a marca de mais de um milhão de assinaturas. 
Ainda no plenário do Senado Federal, o senador Pedro Simon (PMDB-RS), fez festa e classificou a decisão como "uma grande vitória contra a corrupção". "Foi uma medida sensacional. É o início de uma nova era, que põe um ponto final na impunidade. É muito bom ter tudo isto já nas eleições deste ano", destacou.
A medida parece ter se transformado num efeito dominó contra ilicitudes, já que o ministro-chefe da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, está elaborando um projeto de decreto para exigir Ficha Limpa também para funcionários do Poder Executivo."Se a presidente Dilma Rousseff adotar a proposta da CGU, teremos então uma das decisões mais importantes da história do país. Na minha opinião, Dilma vai abraçar a medida, afinal, desde que assumiu a presidência não esconde nada para debaixo do tapete", sentenciou Simon. 
OAB
No Rio, Ordem dos Advogados do Brasil também se manifestou sobre a aplicação da Lei da Ficha Limpa nas eleições municipais de outubro próximo, que "vai ajudar na depuração dos costumes políticos no Brasil". A afirmação é do presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, ao comentar a decisão tomada pela maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Damous lembrou, no entanto, que a Lei não pode servir de perseguição a adversários políticos: "Queremos", disse, "de fato, moralizar a política brasileira, mas não a custa de perseguição a adversários. Por isso, a Lei da Ficha Limpa põe sobre os ombros do Poder Judiciário uma grande responsabilidade nesse sentido". 
Fonte: Jornal do Brasil

Sérgio Giannetto se Re-elege pela 3ª VEZ

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Na data de ontem, 15 de fevereiro, o sindicalista Sérgio Giannetto, elege-se pela terceira vez consecutiva a frente do Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro. Com uma apuração onde chapa 1 e Chapa 2 disputavam o próximo triênio, a Chapa 1, de Giannetto,  levou a eleição com uma vantagem de mais de 75% dos votos.
Torcemos para que a nova diretoria sindical do Rio de Janeiro, tenha forças para lutar pelas necessidades e anseios desta categoria sofrida e esquecida.
Parabéns Sérgio Giannetto. Você MERECE!

Abaixo a Chapa vencedora e seus componentes:

I – PRESIDENTE: Sérgio Magalhães Giannetto
II – 1º SECRETÁRIO: José Djalma da Silva Filho
III – 2º SECRETÁRIO: Sergio Ricardo Mendonça
IV – SECRETÁRIO DE FINANÇAS: Roberto Pinho do Nascimento
V – SECRETÁRIO DE PATRIMÔNIO: José Ramos de Oliveira
VI – SECRETÁRIO DE ASSUNTOS JURÍD. E PREVID.: Jorge L. J. Drummond
VII – SECRETÁRIO DE IMPRENSA E COMUNICAÇÃO: Ricardo da Silva Brandão
VIII – SECRETÁRIO DE FORM. E EST. SÓCIO-ECONÔMICOS: Ange Biniou
IX – SECRETÁRIO DE COORDENAÇÃO SINDICAL: Miguel Willian V. Arsênio
X – SECRETÁRIO DE ASSUNTOS MARÍTIMOS: Walter de Paula Filho
XI – SECRETÁRIO DE APOSENTADOS: Vilson Balthar Arsênio
Subsecretários


01 – Ana Lúcia Garrido Garcez
02 – Nildes Sampaio da Silva
03 – Sidney Alberto Vieira Arsênio
04 – Fernando Vasconcellos Sá
05 – Geraldo Marcolino da Silva
06 – Sérgio Ricardo do V. Moreira
07 – Marlon Ramos Figueiredo
08 – Wallace Villarmosa de Oliveira
09 – João Medjalani Filho

10 – Edimilson José Duarte
11 – Alan Gomes dos Anjos
12 – Geraldo Magela E. dos Reis
13 – Kleber Cardoso Correa
14 – Orlando dos Santos
15 – Hélio Fernandes Loureiro
16 – Marcos Antonio L.  M. Guerra
17 – Joaquim Gomes da Silva Neto
18 – Damião Geremias de Souza

Conselho Fiscal

01 – Romeu Mendes de Almeida
02– Carlos Roberto Duarte Seilhe
03 – Jorge Antonio Silva Seixas
Suplentes

01 – Valclides do Nascimento Machado
02 – Manoel Lourenço Rodrigues Filho
03 – Itacir Cardoso Coelho

Mas quem disse que a Guarda Portuária está esquecida????

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Orgulho-me de ter acreditado nos sonhos da Guarda Portuária e iniciado, quando a frente da Associação do Rio de Janeiro, treinamentos independentes para integrantes da nossa corporação. Também em trazer para dentro de nosso QG, os melhores cursos táticos para a Segurança Portuária e o crescimento individual. No início, duvidamos, desacreditamos que uma corporação centenária, esquecida pelas administrações públicas pudesse ressurgir no cenário nacional.

Hoje contamos com dezenas de companheiros treinados, capacitados para situações específicas e adversas, inclusive as de alto risco individual e coletivo.
Foram cursos internacionais de Anti terrorismo, Contra Terrorismo, Defesa Pessoal de Alto risco, Progressão em Ambientes Hostis, Negociação em Ambientes Críticos com Reféns, situações em que envolvam produtos radioativos e nucleares, Inteligência e Contra inteligência, entre muitos outros que não me recordo nesta manhan de domingo.

Com isso, quem ganha? Ganha o profissional que sente-se mais seguro, capacitado, valorizado. Ganha a corporação, a Cia Docas, GANHA O BRASIL, pois somos uma corporação NACIONAL, trabalhamos em fronteiras econômicas INTERNACIONAIS e estamos subordinados à Secretaria dos Portos/Presidência da República.

No que depender de mim e que for provocado, levarei pessoalmente, se possível, em cada Cia Docas, em cada Associação de classe esses treinamentos. Avante Guarda Portuária, pois sua missão é grandiosa e nobre.

São centenas de milhares de passageiros marítimos que atracam em nossos portos. São milhões de toneladas de mercadorias de alto valor agregado que fazemos a escolta e guarnecemos, policiamos, isso mesmo POLICIAMOS. Estamos presentes 24hr do dia e 365 dias no ano para garantir a segurança de riquezas nacionais e estrangeiras. Por isso precisamos de capacitação de excelência, investimento no homem que ali exerce o poder da Autoridade Portuária que lhe é outorgada.

Nossos governantes e principalmente a nossa Presidenta da República precisa voltar seus olhos para nossos portos para a Guarda portuária, a nossa Segurança Portuária.
Temos profissionais altamente capacitados, e nos dispomos a colaborar para que um alicerce seja fincado nas esferas de comando. Precisamos de uma Coordenação ou Secretaria, ou sei lá o que for, mas precisamos de um líder Nacional que estude, estruture, cobre execuções, escolha profissionais de comando, gestores, não aqueles que por muitas vezes são escolhidos pela política, mas profissionais comprometidos com a nossa farda, com a técnica de segurança pública, que veja o ser humano como uma peça fundamental do sistema, que invista nos  aparatos de segurança, EPI´s e condições mínimas de execução, que faça acontecer.

Estamos de Pé e a Ordem àqueles que realmente estejam dispostos a unirem-se a nós para fortalecermos as redes de segurança de nosso País.
Vossa Excelência Srª Presidenta Dilma Roussef, Vossa Excelência Sr. Ministro Leônidas  Cristino, estamos a disposição e queremos fazer acontecer, contem conosco.

E para prestigiar aos colegas que, por muitas vezes fazem cursos custeados por eles próprios, abaixo algumas fotos de alguns Guardas e Inspetores Portuários do Rio de Janeiro que vestem a camisa, que acreditam no que exercem.

Marco Jamil - Guarda Portuário/RJ






















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