quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Sindicalistas homenageam Sarney pela criação da Polícia Ferroviária Federal

qua, 17/08/11 por  | categoria Política Nacional | Tags 
Da Agência Senado:

Brasília – Um grupo de policiais ferroviários, acompanhados do deputado federal Ademir Camilo (PDT/MG), do diretor-executivo da Associação Nacional dos Transportes Ferroviários, Rodrigo Villaça e do coordenador da Comissão Nacional dos Representantes da Polícia Ferroviária Federal (PFF), em visita ao presidente do Senado, José Sarney, agradeceu pela aprovação, no último dia 5, da Lei 12.462/11, que criou a Polícia Ferroviária Federal. Os dirigentes sindicais entregaram ao presidente um certificado de agradecimento e uma miniatura de locomotiva para registrar a aprovação da lei.

Rodrigo Villaça explica que o apoio de José Sarney a causa iniciou em 1989, quando no exercício da Presidência da República. Naquela ocasião, lembra Villaça, Sarney emitiu decreto instituindo uma Comissão Interministerial para a reestruturação da Polícia Rodoviária Federal e a criação da Polícia Ferroviária Federal. Caberá a PFF garantir a segurança e a fiscalização na malha ferroviária de todo o país. “Agora, com o poder de polícia poderemos, por exemplo, ampliar a fiscalização no transporte de cargas nas nossas ferrovias”, destacou o dirigente sindical.

O deputado Ademir Camilo também solicitou ao presidente do Senado o apoio para agilizar a regulamentação, tornando uma realidade efetiva a luta da categoria.

Fonte: http://www.blogdodecio.com.br

FALTA A GUARDA PORTUÁRIA FEDERAL

VAMOS NOS MOVIMENTAR GALERA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Superintendente GPORT/Santos

Megaoperação contra fraude confisca ilha na Bahia


Ação tem objetivo de recuperar R$ 1 bilhão que teriam sido desviados

Ilha na Bahia foi um dos alvos da ação que ocorreu em 17 Estados. Clique e veja mais fotos
Crédito: Divulgação / Receita Federal / CP
Uma operação conjunta da Polícia e Receita federais desencadeada na manhã desta quarta-feira desbaratou uma quadrilha responsável pela que é considerada uma das maiores fraudes tributárias já descobertas no País. O rombo aos cofres públicos é estimado em pelo menos R$ 1 bilhão apenas em impostos federais.

Ao todo, o golpe envolvia cerca de 300 empresas, parte delas "laranjas", principalmente do setor de produtos químicos. Entre os bens confiscados do grupo durante a Operação Alquimia estão uma ilha de 20 mil metros quadrados na costa de Salvador (BA), além de várias aeronaves, lanchas, carros de luxo, imóveis residenciais e parques industriais.

A operação é realizada em 17 estados e no Distrito Federal, com a participação de 650 agentes da PF, além de auditores da Receita Federal. Pela manhã, as equipes já haviam executado 18 dos 31 mandados de prisão expedidos pela Justiça Federal, além de 129 mandados de busca e apreensão e o sequestro de bens de 62 pessoas físicas e 195 empresas, além de 42 dos 63 mandados de condução coercitiva – levar alguém para prestar depoimento, por exemplo. Todos os mandados foram expedidos pela Justiça Federal em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.


Helicóptero da Receita Federal foi usado para cumprir mandados de busca e apreensão | Foto: Divulgação / RF / CP

Segundo o delegado Marcelo Freitas, que coordenou a ação por parte da PF, foi em uma das empresas do grupo no município que tiveram início as investigações, ainda na década de 1990. Em 2009, a polícia e a receita descobriram que o grupo era ramificado em 300 empresas, parte delas som sede no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas.

"A empresa que encabeça o esquema é uma grande empresa do setor químico, de capital aberto, com sede na Bahia e em São Paulo e filias em todo o País", contou o delegado, sem revelar os nomes das companhias e das pessoas envolvidas na fraude. Mas revelou que uma dessas pessoas, o empresário que seria um dos donos do grupo econômico investigado, é o proprietário da ilha confiscada em Salvador, onde, de acordo com a PF, havia embarcações, aeronaves e carros de luxo.
Fotos da ilha na Baía de Todos os Santos que foi um dos alvos da operação.  As fotos foram tiradas do helicóptero da Receita Federal.  (Foto: Divulgação/Receita Federal)
A operação é realizada simultaneamente em Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal, Bahia, Alagoas, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe. A polícia estima que o valor dos bens confiscados nestes estados chegue a R$ 1 bilhão. A maior parte dos investigados e das empresas, segundo a PF, está na Bahia e em São Paulo.
http://www.correiodopovo.com.br
Fonte: 

Depom homenageia Autoridade Portuária de Itajaí.

O superintendente do Porto de Itajaí, Antonio Ayres dos Santos Júnior, e o gerente de Segurança Portuária Roberto Carlos Cunha, foram homenageados na manhã desta sexta-feira, 05, com medalhas de amigo e parceiro da Delegacia Especial de Polícia Marítima (Depom), da Polícia Federal. A homenagem antecedeu o ato de inauguração da nova sede do Depom, em Florianópolis ....


Depom homenageia Autoridade Portuária de Itajaí.
O superintendente do Porto de Itajaí, Antonio Ayres dos Santos Júnior, e o gerente de Segurança Portuária Roberto Carlos Cunha, foram homenageados na manhã desta sexta-feira, 05, com medalhas de amigo e parceiro da Delegacia Especial de Polícia Marítima (Depom), da Polícia Federal. A homenagem antecedeu o ato de inauguração da nova sede do Depom, em Florianópolis e ocorreu devido ao bom relacionamento da Autoridade Portuária de Itajaí com o órgão. A cerimônia contou com a presença do diretor geral do Departamento de Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra, e pelo superintendente regional da Polícia Federal do Estado de Santa Catarina, Ademar Stoker, entre outras autoridades.

Guarda Portuária do Porto de Paranaguá participa de treinamento de tiro


Os integrantes da Guarda Portuária do Porto de Paranaguá estão passando por um programa de treinamento.  A cada três anos, essa reciclagem tem que ser realizada para a renovação do porte de arma.
Os integrantes da Guarda Portuária do Porto de Paranaguá estão passando por um programa de treinamento em uso de revólver, tiro prático e exames psicológicos para renovação do porte de armamento, junto à Polícia Federal.
“O treinamento é fundamental para que o guarda portuário esteja apto a usar seu armamento, quando for exigido no atendimento de ocorrências e na manutenção da segurança das instalações do porto”, explica o chefe da Guarda Portuária, Márcio Renato de Souza.
O treinamento de tiro prático é realizado apenas a cada três anos, por ocasião da renovação do porte de armamento, que é obrigatório. Para os próximos anos, o objetivo é promover esse tipo de treinamento de reciclagem pelo menos duas vezes ao ano, para manter a habilidade prática dos guardas. O armamento utilizado é o revólver calibre 38, mas há um pedido da Guarda para compra de pistolas 380, que são mais adequadas e práticas para as funções de instituições desse gênero.
A Guarda Portuária de Paranaguá, que completará 24 anos em setembro, possui 106 integrantes e é responsável pelo monitoramento e pela segurança na zona primária da faixa portuária, nas ruas e avenidas adjacentes ao porto, onde conta com apoio da Polícia Militar do Paraná, e também no Pátio de Triagem de Caminhões.
Outra atribuição da Guarda Portuária é a atenção com o trânsito de caminhões na região do porto. “Com a volta dos caminhões a Paranaguá, principalmente neste momento de pico de safra, começamos a ter problemas e já estamos com um estudo pra organizar o tráfego nas avenidas dessa área da cidade”, afirma Souza.
Publicado em 01 de Junho de 2011 
Fonte: www.informativodosportos.com.b

Integrantes da Guarda Portuária da CODESA tornam-se Especialistas em Gestão de Segurança Privada


Publicada dia 02 de August de 2011 

Como parte da política de incentivo à capacitação e evolução profissional de seus empregados, a Companhia Docas do Espírito Santo, patrocinou e viu formar-se esse mês, mais uma turma de guardas portuários especializados em Segurança Privada.
De acordo com Adonismar Anacleto,um dos guardas portuários que participou da formação, o Curso de Gestão em Segurança Privada agregou muitos conhecimentos e o capacitou para executar planos e projetos de segurança. Os profissionais formados se habilitaram, inclusive, a assinar como responsáveis técnicos em projetos da área. ”O curso nos preparou como gestores de segurança, com conhecimento em gerenciamento dos recursos humanos, das atividades operacionais a estes ligadas, dos materiais e equipamentos. Também trouxe conhecimentos nas áreas de segurança eletrônica, inteligência corporativa e investigativa’’, detalha Anacleto.
O guarda portuário Nelson Dias, formado com mérito de melhor aluno do curso, conta que não foi fácil conciliar o trabalho em escalas na guarda e concluir as horas da formação. ’’Havia dias em que estávamos saindo de serviço pela manhã, com uma visita técnica à tarde e prova à noite, mas com muita disciplina, esforço e perseverança foi possível alcançar a superação para chegarmos ao fim de uma etapa que dá início a uma outra, a continuidade, pois os estudos nunca podem parar.’’ , lembra Nelson.
Para o guarda portuário Renan Mendonça, o curso propiciou uma visão macro com relação ao que é segurança. ”A segurança não se limita a pessoas e equipamentos, mas também a tudo que influencia o cotidiano e ao bem estar das pessoas que trabalham ou vêm visitar determinado estabelecimento. A segurança não é o fim, ela tem que ser vista como o início, pois ninguém investe em máquinas e equipamentos num lugar considerado inseguro.’’, opina Renan.
Já na visão do guarda Laércio Gonçalves, o curso ajudou a deixar claro que para a diminuição da criminalidade, é necessária a participação social. ”Só com a participação e a promoção da cidadania teremos maior qualidade de vida.’’, afirma Laércio.
Com relação aos benefícios trazidos para a Companhia Docas do Espírito Santo, ao incentivar a qualificação de seus quadros, Nelson Dias destaca que a CODESA ganhou profissionais mais bem qualificados e aptos a aplicar todo o conhecimento teórico-prático construído ao longo do Curso. ‘’Agregado à experiência diuturna do Guarda Portuário, hoje sabemos como obter resultados positivos, inclusive com a minimização dos gastos e riscos e a maximização dos lucros e qualidade dos serviços de segurança.’’, explica Nelson.
O Supervisor da Guarda Portuária , Enildo Junior, juntamente com os guardas portuários  Antônio Boamorte, Ilzon Amarantes, Luiz Carlos, Sérgio Leão, Sidney Pechincha e Paulo Leite, concluiu o mesmo Curso de Gestão em Segurança Privada, no ano de 2007.Para Enildo os benefícios para a Companhia e para os guardas são certos pois “Ajuda o profissional a assumir as responsabilidades de uma Supervisão na Corporação.’’ Enildo também destaca a visão macro proporcionada pelo Curso, além da crítica construtiva, referente à segurança e a criminalidade.”Sendo o crime inerente à sociedade, entendo que a formação de novos especialistas será benéfica nas ações que norteiam a manutenção de índices aceitáveis de criminalidade, em prol de uma sociedade civil organizada mais ética e segura. Parabéns aos novos Gestores.” , finaliza o supervisor.
Curso Superior de Gestão em Segurança Privada, foi ministrado na Universidade de Vila Velha, teve um total 1.920 horas distribuídas em 2 anos e meio de duração e 32 disciplinas. Os guardas portuários que se formaram Gestores Especialistas foram: Adonismar de Souza Anacleto; Antônio Bartoline Coutinho; Jorcy de Oliveira Filho; Laércio de Jesus Gonçalves; Marcos Vinícius Leite, Nelson Dias dos Santos e Renan Gonçalves de Mendonça.

CODESA

MG concentra mais da metade de apreensões de ecstasy e LSD no ano

Segundo PF, maioria da droga apreendida sai da Holanda e da Bélgica.
Aeroportos de RJ e de SP seriam evitados por causa da fiscalização.

Do G1 MG
Mais da metade das apreensões de ecstasy e LSD (ácido lisérgico) feitas pela Polícia Federal em 2011 aconteceram no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de BH. Segundo a PF, no Brasil, até junho de 2011, foram apreendidos em aeroportos aproximadamente 171 mil comprimidos de ecstasy e cerca de 44 mil micropontos de LSD. No Aeroporto de Confins, na mesma época, foram aproximadamente 92 mil comprimidos de ecstasy e cerca de 25 mil micropontos.
De acordo com a polícia, jovens de classe média têm viagens para a Europa pagas por traficantes para entrar com grandes quantidades de LSD e comprimidos de ecstasy no Brasil. A polícia chama este novo tipo de crime de “narcoturismo”. No Aeroporto de Confins, um jovem de 22 anos, carioca e de classe média, desembarca de um voo da Europa. A Polícia Federal encontra em um fundo falso da bagagem dele 30 mil comprimidos de ecstasy. Em depoimento à polícia, o suspeito disse que recebeu de traficantes a passagem e o dinheiro para ficar 20 dias na Europa. Em troca, ele teria que pegar a droga na Holanda e embarcar para o Brasil. Ele ainda iria receber 
R$ 20 mil quando terminasse a entrega.
No mesmo aeroporto, outro jovem vindo da Europa é parado pela polícia com uma bagagem suspeita. Dentro da mala, uma cartela com vários micropontos de LSD.
O delegado Bruno Zampier explica que os jovens aceitam a proposta para se divertir na Europa à custa dos traficantes. “É um verdadeiro “narcoturismo”. Além de aceitar a proposta profissional, que é ir buscar a droga, eles aceitam também pelo fato de ter uma viagem pela Europa custeada e, lá na Europa, poder se divertir às custas da quadrilha que o contratou”, disse.
Todo passageiro, ao desembarcar no Brasil vindo do exterior, tem que se apresentar à alfândega. O funcionário da Receita Federal decide quem vai ter a bagagem vistoriada. Depois, a mala passa por um detector, que é capaz de identificar qualquer objeto suspeito. Se algo chamar a atenção, a bagagem é aberta. Foi desta forma que três jovens foram presos em flagrante com drogas na bagagem em maio deste ano, em Confins.
Ainda segundo o delegado, os traficantes preferem evitar os aeroportos do Rio de Janeiro e São Paulo. “Como no Galeão (Rio) e em Guarulhos (SP) há uma constância maior de voos e, consequentemente, um número maior de servidores públicos ali atuando, os traficantes acreditam que aeroportos como Confins, Salvador, Recife, aeroportos que concentram menor número de voos estrangeiros, voos internacionais, eles serão portas de saída e entrada mais fáceis para o narcotráfico”, falou.
De acordo com a PF, o ecstasy e o LSD, normalmente, vêm da Bélgica e da Holanda, maiores produtores de drogas sintéticas do mundo. Ainda segundo a polícia, pessoas de várias partes do país embarcam para a Europa por diversos aeroportos brasileiros. Na volta, muitas pegam um voo que sai de Portugal direto para o Aeroporto Tancredo Neves. O delegado explica que traficantes escolhem os jovens de melhor aparência, mais bem vestidos. “Eles passam com muito mais facilidade tanto nos controles migratórios do Brasil quanto da Europa. Eles têm uma boa aparência, normalmente eles sabem falar um idioma estrangeiro, falam bem inglês”, disse.
Outro jovem que mora no na Região Sul do país contou à polícia que havia viajado quatro vezes para buscar drogas antes de ser preso com 30 mil comprimidos de ecstasy. Em todos os casos, ele desembarcou em Confins.
Os presos em flagrante no terminal da Região Metropolitana de Belo Horizonte são levados para uma área sob a guarda da Polícia Federal na Penitenciária Nélson Hungria, em Contagem. Só neste ano, segundo a PF, 15 jovens presos por tráfico internacional de drogas foram levados para o presídio. Eles são de várias partes do país, têm entre 22 e 31 anos de idade e, se condenados, podem passar até 15 anos atrás das grades.
Segundo Bruno Zampier, a maioria dos presos se arrepende após o crime. “Eles confessam que a vida deles a partir daquele momento está destruída. Ele sabe que ele vai passar pelo menos dois, três anos da vida dele encarcerado em um presídio com presos comuns. O alerta que a gente faz é: se você ouvir uma proposta dessa, por favor não a aceite porque o prejuízo que você vai trazer para sua vida profissional, afetiva e familiar, com certeza não vale esses possíveis R$ 20, R$ 30 mil que o sujeito iria receber”, falou.
G1-MG

Americana diz que revista em aeroporto é ataque sexual


Nancy Campbell ia de Nova York para Washington quando foi selecionada pela segurança do aeroporto.




Nancy Campbell reclama de revista em aeroporto (Foto: BBC)Nancy Campbell reclama de revistaem aeroporto (Foto: BBC)


Uma americana que teve que passar por uma revista íntima em um aeroporto de Nova York comparou a experiência a um 'ataque sexual'.
Nancy Campbell, de 33 anos, é do bairro do Brooklin, em Nova York e ia fazer uma viagem de negócios para Washington saindo do aeroporto de La Guardia.
A americana tentava pegar o voo da manhã quando foi selecionada por uma oficial da Administração de Segurança de Transportes dos Estados Unidos (TSA, na sigla em inglês) para uma revista.
'(A oficial) me pediu para abrir as pernas e braços... e ela explicou que iria me revistar começando com a parte de fora dos meus braços e a parte de fora da minhas pernas e então (revistaria) a parte de dentro.'
'O que eu não estava preparada era para o exame total de meus seios e, quando ela acabou, pedi para parar, falei que já era o bastante', disse.
Mas, Nancy disse que, se a revista não fosse permitida, ela não entraria no voo. Como a viagem a trabalho era importante, a passageira sentiu que não tinha outra escolha a não ser concordar.
'Ela basicamente tocou as partes de dentro de minhas pernas - tocando minha virilha e minhas nádegas, e não me oferecendo nenhuma alternativa.'
Nancy entrou com uma reclamação junto à TSA.
Polêmica
Existem outros casos em que as revistas íntimas em aeroportos americanos acabaram gerando polêmica entre os passageiros.
Quando os passageiros se recusam a passar pelos scanners de corpo inteiro, introduzidos em 2010 nos aeroportos dos Estados Unidos, eles podem ser submetidos a este tipo de revista.
O caso de Nancy Campbell não é o único. Chris Anderson, editor do caderno de viagens do jornal The Huffington Post, afirmou que a reação a este tipo de revista é de 'escândalo' em muitos casos.
Anderson lembra que toda semana há algo no noticiário relativo a isto que deixa o público insatisfeito.
'Quando você vê uma garotinha sendo revistada... as pessoas não gostam disto. Quando você vê uma mulher de 95 anos que teve sua fralda geriátrica inspecionada, eles, compreensivelmente, não gostam disto. Mas, de novo, se você olhar do ponto de vista da TSA, eles têm que revistar todo mundo', disse.
A associação internacional de transporte aéreo, Iata (que representa 230 companhias aéreas), também está lidando com este dilema e tem propostas para modernizar as checagens de segurança.
'Nossos passageiros deveriam poder ir até o portão (de embarque) com dignidade, sem parar, sem desfazer a mala e, certamente, sem apalpadas', disse Giovanni Bisignani, diretor-geral da Iata.
A organização tem um plano para separar os passageiros em três categorias: os 'conhecidos', que já se registraram e tiveram checagens completas por parte das autoridades do governo; os 'normais', para a maioria dos passageiros e a terceira categoria, e os de 'alto risco', que seriam os passageiros que têm menos informações disponíveis e seriam alvo de mais checagens.
Políticos
Os políticos americanos começaram a prestar mais atenção às revistas íntimas.
Em maio, legisladores do Texas tentaram aprovar uma lei que transformará o toque inapropriado de partes íntimas em um crime com pena de até um ano de prisão.
O Departamento de Justiça reagiu à proposta de lei afirmando que, se fosse aprovada, aviões não teriam mais permissão para pousar no Texas, o que fez com que o projeto fosse rejeitado.
David Simpson, o legislador texano por trás do projeto, pretende continuar pressionando.
'(As revistas íntimas) Nos desumanizam, nos tratam como gado e passam a mensagem errada. (As autoridades) Não deveriam ter permissão para tocar nossas partes íntimas sem uma razão', disse.
Legisladores dos Estados americanos de Pensilvânia, Nova Jersey, Havaí, New Hampshire e Utah também iniciaram os esforços para proibir as revistas íntimas.
A TSA, por sua vez, não deu entrevista a respeito da polêmica e enviou uma declaração na qual afirma que estas revistas 'são importantes para ajudar a TSA a detectar objetos perigosos escondidos, como dispositivos explosivos caseiros' e acrescentou que apenas 'uma pequena porcentagem de passageiros precisam das revistas durante os processos de segurança'.
A agência afirma que as revistas são 'conduzidas por oficiais do mesmo sexo (que o do passsageiro) e todos os passageiros tem o direito de solicitar a qualquer momento que o exame seja privado'.
Nancy Campbell, por sua vez, afirmou que estas revistas podem ser contraproducentes.
'Existe um estímulo por parte do governo para mantermos a cabeça baixa e ajudar a tornar nosso país mais seguro, mas se o governo abusa da autoridade para com seus cidadãos, como iremos nos sentir parte de uma grande equipe?'
Da BBC Brasil

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Lista de E-mails dos Senadores


Afim de facilitar o trabalho de envio de e-mails aos Senadores, publicamos lista com os  respectivos endereços eletrônicos para apoio ao nosso LEGÍTIMO PORTE DE ARMAS, que segue após a aprovação da CCJ na Camara.

acir@senador.gov.br;  aecio.neves@senador.gov.br;  alfredo.nascimento@senador.gov.br;  aloysionunes.ferreira@senador.gov.br;  alvarodias@senador.gov.br;  ana.amelia@senadora.gov.br;   ana.rita@senadora.gov.br;  angela.portela@senadora.gov.br;  anibal.diniz@senador.gov.br;  antoniocarlosvaladares@senador.gov.br;  armando.monteiro@senador.gov.br;  ataides.oliveira@senador.gov.br;  benedito.lira@senador.gov.br;  blairomaggi@senador.gov.br;  casildomaldaner@senador.gov.br;  cicero.lucena@senador.gov.br;  ciro.nogueira@senador.gov.br;  clesio.andrade@senador.gov.br;  cristovam@senador.gov.br;  cyro.miranda@senador.gov.br;  delcidio.amaral@senador.gov.br;  demostenes.torres@senador.gov.br;  eduardo.amorim@senador.gov.br;  eduardo.braga@senador.gov.br;  eduardo.suplicy@senador.gov.br;  ecafeteira@senador.gov.br;  eunicio.oliveira@senador.gov.br;  fernando.collor@senador.gov.br;  flexaribeiro@senador.gov.br;  francisco.dornelles@senador.gov.br;  garibaldi@senador.gov.br;  geovaniborges@senador.gov.br;  gim.argello@senador.gov.br;  humberto.costa@senador.gov.br;  inacioarruda@senador.gov.br;  jarbas.vasconcelos@senador.gov.br;  jayme.campos@senador.gov.br;  joao.alberto@senador.gov.br; joaodurval@senador.gov.br;  j.v.claudino@senador.gov.br; jorgeviana.acre@senador.gov.br; jose.agripino@senador.gov.br;  gab.josepimentel@senado.gov.br;  sarney@senador.gov.br; katia.abreu@senadora.gov.br;  lidice.mata@senadora.gov.br;  lindbergh.farias@senador.gov.br;  lobaofilho@senador.gov.br;  lucia.vania@senadora.gov.br;  luizhenrique@senador.gov.br;  magnomalta@senador.gov.br;  crivella@senador.gov.br;  maria.carmo@senadora.gov.br;  marinorbrito@senadora.gov.br;  mario.couto@senador.gov.br;  martasuplicy@senadora.gov.br;  mozarildo@senador.gov.br;  paulobauer@senador.gov.br;  paulodavim@senador.gov.br;  paulopaim@senador.gov.br;  simon@senador.gov.br;  pedrotaques@senador.gov.br;  randolfe.rodrigues@senador.gov.br;  reditariocassol@senador.gov.br;  renan.calheiros@senador.gov.br;  ricardoferraco@senador.gov.br;  roberto.requiao@senador.gov.br;  rollemberg@senador.gov.br;  romero.juca@senador.gov.br;  sergiopetecao@senador.gov.br;  sergiosouza@senado.gov.br;  valdir.raupp@senador.gov.br;  vanessa.grazziotin@senadora.gov.br;  vicentinho.alves@senador.gov.br;  vital.rego@senador.gov.br;  waldemir.moka@senador.gov.br;  pinheiro@senador.gov.br;  wellington.dias@senador.gov.br;  wilson.santiago@senador.gov.br; zeze.perrella@senador.gov.br;

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Deputados vão a Brasília buscar solução sobre porte de arma


Os deputados estaduais Gilsinho Lopes (PR), Dary Pagung (PRP) e Dr.Henrique Vargas (PRP) estiveram em reunião com o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), nessa quinta-feira (11) em Brasília. A pauta desse encontro foi a necessidade de rapidez na aprovação do projeto de Bolsonaro que autoriza porte de arma para agentes e guardas prisionais (PL 5982/2009), em tramitação na Câmara dos Deputados. No Espírito Santo, uma das reivindicações dos agentes penitenciários é o porte de arma.
Quanto à questão do PL, o deputado Bolsonaro, informou aos parlamentares capixabas que o projeto já foi aprovado pela Comissão de Justiça e agora será apreciado no Senado. Bolsonaro colocou-se à disposição dos deputados presentes e os aconselhou a conversarem também com a bancada capixaba na Capital (Câmara e Senado) para obterem apoio em relação à aprovação da proposta.
“O deputado Bolsonaro foi receptivo ao grupo de deputados que foram conversar com ele. Agora vamos nos reunir com a bancada federal do Estado para fortalecer o propósito de aprovar o projeto. Agora, o PL irá para o Senado, sendo referendado retorna para aprovação definitiva na Câmara”, disse o deputado Gilsinho Lopes.

Fonte: http://www.sindaspes.com.br

domingo, 14 de agosto de 2011

Portuários decidem nesta quarta-feira se partem ou não para a greve

Sindaport - 10/08/2011 

Os empregados da Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo) vão decidir hoje (10) se fazem operação padrão ou decretam greve. A decisão será tomada em assembleia na sede do sindicato. Os portuários, empregados da Codesp, têm data base em 1 de junho, porém, segundo a assessoria de imprensa do sindicato, até agora a companhia não apresentou nenhuma proposta de negociação. A categoria também contesta a forma como a empresa quer implantar o realinhamento salarial.

Segundo o presidente do Sindaport, Everandy Cirino dos Santos, antes da assembleia, o sindicato vai se reunir às 15h30 com a Codesp em mesa redonda na Gerência Regional do Trabalho. “Esperamos que a Codesp apresente alguma proposta durante a mesa redonda. Caso contrário, caberá à categoria decidir qual caminho irá seguir”, diz o sindicalista.

Everandy Cirino critica a forma como a Codesp vem conduzindo a atual Campanha Salarial. “Quem conhece um pouco da negociação salarial com a Companhia Docas deve lembrar que, pelo menos nos últimos 20 anos, a empresa sempre adotou uma conduta padrão quando o assunto era campanha salarial”, afirma.

Segundo ele, há anos a empresa segue o mesmo trâmite: convocava os sindicatos para reunião nas dependências da empresa; fazia uma ata formal da reunião e entregava o documento aos sindicatos, mesmo quando não havia autorização de Brasília para propostas ou índices de reajustes; e na Codesp registrava em ata que o acordo estava formalmente prorrogado, aguardando sinalização dos ministérios ou órgão competentes de Brasília. Daí com o aval do Governo, reuniões de negociação eram realizadas até a formalização do acordo coletivo.

“No entanto, até agora, a Codesp não convocou os sindicatos oficialmente para sequer uma reunião de negociação. O Sindaport por sua vez, tem respeitado e cumprido os prazos exigidos: enviou a pauta de reivindicação aprovada em assembleia pela categoria à Codesp e os ofícios solicitando formalmente a abertura das negociações. O que percebemos é que hoje quem está designado para tratar da negociação salarial não conhece os caminhos tradicionalmente percorridos nem os trâmites legais que devem ser cumpridos na relação capital x trabalho”, ressalta.


Realinhamento

Em assembleia realizada no dia 31 de maio, a categoria aprovou o envio de documento para a Codesp cobrando um prazo para o envio de proposta sobre o realinhamento salarial.

Everandy Cirino destaca que reconhece que é prerrogativa da empresa fazer o realinhamento salarial, desde que não haja alteração na relação capital/trabalho. “Defendemos que a Codesp apresente uma proposta ao sindicato explicando detalha­damente todos os prós e contras dessa implantação”, finaliza o sindicalista.

http://www.portalnaval.com.br
Fonte: