quinta-feira, 7 de abril de 2011

Bravo Guerreiro


Sargento Alves / Foto: Gabriel de Paiva / Reuters/Brasil Online

O policial que interrompeu o ataque de um homem armado a uma escola lamentou não ter chegado minutos antes ao local na Zona Oeste do Rio de Janeiro para evitar a tragédia que matou 13 alunos, nesta quinta-feira. O sargento Márcio Alves, de 38 anos, há 18 na corporação, estava a duas quadras da escola em Realengo, em uma operação do Departamento de Trânsito, quando foi chamado por dois alunos feridos que conseguiram fugir do ataque à escola.
O policial acertou um tiro no autor dos disparos no momento em que ele se preparava para atirar em mais estudantes. O homem se matou com o tiro na cabeça depois de ser atingido, segundo a polícia.
- Sinto tristeza por essas crianças, tenho filhos, mas também tenho um sentimento de deve cumprido. A tristeza não vai sair fácil da nossa memória, mas cumpri a minha parte. Se eu tivesse chegado cinco minutos antes, talvez tivesse evitado muita coisa - disse Alves.
- Um aluno baleado solicitou socorro. Encontrei o matador no segundo andar e quando ele saía de uma sala atirei. Ele foi atingido, caiu na escada, e cometeu o suicídio - acrescentou.
O sargento, que foi descrito como "herói" pelo governador Sérgio Cabral, afirmou que não consegue esquecer os momentos de terror logo que chegou ao local.
- Era muito sangue, gritaria e a maioria dos tiros foi na cabeça (dos estudantes) - disse.
O homem armado, identificado pela polícia como Wellington Menezes de Oliveira, tinha uma carta de despedida em seu bolso em que não cita um motivo para o ataque, segundo trechos obtidos com a polícia.
O ex-aluno entrou em sua antiga escola dizendo que iria fazer uma palestra, antes de abrir fogo com dois revólveres e bastante munição.
Segundo investigadores, os armamentos tinham um dispositivo conhecido como "speed" que facilitam a recarga.
- Ele tinha conhecimento e experiência com armas - disse um policial.
Fonte: Extra

Até quando meu DEUS?

Assassino de Realengo usava roupa parecida com farda e cinturão para munição

Rio - A polícia ainda investiga o que teria levado Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, a invadir a Escola Municipal Tasso da Silveira e matar 11 crianças barbaramente, nesta quinta-feira, em Realengo. Usando uma roupa azul, que lembrava uma farda militar com uma espécie de cinturão para munição e arma, o assassino também estava com luvas pretas. Após cometer os crimes, Wellington, que era ex-aluno na escola, acabou sendo alvejado na perna pelo policial Márcio Alexandre Alves. Ao cair ensanguentado na escada deu um tiro na própria cabeça e morreu.

>> FOTOGALERIA: Massacre em Realengo deixa o Brasil chocado
Foto: Reprodução
Foto: Agência O Dia
O criminoso deixou uma carta onde revela indícios de insanidade. A polícia investiga se as referências feitas na carta a "pessoas impuras" seriam referência a mulheres. Dez das vítimas fatais do massacre eram meninas. Na carta, Wellington diz ser um homem puro e que sabia que não sairia vivo da escola. Ele levou um lençol branco no qual pediu para ser carregado. No texto ele diz que não deixará que pessoas impuras toquem nele. Wellington pede na carta para ser enterrado junto de sua mãe adotiva, falecida há um ano, e que morava a 3 quadras da escola onde ocorreu o massacre.
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
Muito abalado, o governador Sérgio Cabral lamentou a tragédia e chamou o assassino de "animal" e "psicopata". "Temos que aguardar as investigações da polícia, mas é preciso saber de onde veio todo essa experiência de tiros do matador", disse, salientando que Wellington estava 'muito armado'. Ele tinha duas armas nas mãos, um cinto com armanento e equipamentos profissionais. No momento do massacre, cerca de 400 alunos estavam na escola.
Trecho final da carta que mostra a assinatura do assassino | Foto: Reprodução
Cabral aproveitou a oportunidade para a agradecer ao terceiro-sargento Alves, que estava a dois quarteirões da escola junto com Batalhão de Polícia Rodoviária, o primeiro a chegar ao local do atentado. Ele foi avisado para ir à escola por dois alunos feridos e uma professora que, em pânico, corriam pela rua pedindo socorro.

Ao chegar ao local, o terceiro-sargento atingiu a perna do atirador quando ele estava acessando o terceiro andar do prédio (as vítimas eram de duas salas no primeiro andar). Ao cair no chão, o atirador se matou. Segundo Cabral, o assassino 'estava se preparando para fazer mais disparos". Ele lembrou ainda que há pouco tempo, o psicopata foi ao local pedir seu histórico escolar. Na ocasião, ele foi reconhecido por uma funcionária da sala de leitura.
Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Parentes e amigos dos alunos cercaram a escola à procura de informações | Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Tragédia na Zona Oeste

Na manhã desta quinta-feira, 7 de abril, um jovem de 24 anos entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste da cidade, dizendo ter sido convidado para dar uma palestra aos alunos. Ele subiu três andares do prédio e entrou numa sala onde 40 alunos da nona série assistiam a uma aula de Português, abrindo fogo contra os estudantes com idades entre 12 e 14 anos.

Testemunhas relatam um verdadeiro massacre. Wellington Menezes de Oliveira teria mirado contra a cabeça dos estudantes, com a clara intenção de matá-las. Quase trinta alunos foram baleados e mais de 10 morreram. Após o ataque, o assassino deixou uma carta de de teor fundamentalista no local. O texto continha frases desconexas e incompreensíveis, com menções ao Islamismo e até mesmo práticas terroristas. Em seguida, ele se matou dando um tiro na própria cabeça.
Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Parentes e amigos de vítimas se desesperam com tragédia em Realengo | Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Alunos, professores e funcionários da escola acreditam que mais de cem disparos foram efetuados. Wellington, um ex-aluno do colégio, estava armado com dois revólveres e recarregou a arma durante a ação. O imenso barulho também assustou a vizinhança, que ainda ouviu os gritos de horror das crianças que, ensanguentadas, correram às ruas em busca de socorro.

Rapidamente uma multidão se formou em frente à escola. Em desespero, familiares e amigos tentavam ajudar as crianças e identificar as vítimas, ao mesmo tempo que tentavam entender os motivos do massacre.
Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia
Crianças atingidas são levadas para hospitais da região | Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia
O ministro da Educação, Fernando Haddad, considerou este um dia de luto para a educação brasileira. Com a voz embargada, a presidente Dilma Roussef se disse chocada e consternada com o episódio e, com lágrimas nos olhos, pediu um minuto de silêncio pelos "brasileirinhos que foram retirados tão cedo de suas vidas e de seus futuros"
Fonte: O DIA

Hemorio pede doações de sangue para vítimas de tragédia em Realengo Por: Flávia Villela, da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O Hemorio e o Hospital Albert Schweitzer pedem que as pessoas doem sangue para ajudar as vítimas da tragédia da escola Tasso Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio. Na manhã de nesta quinta-feira (7), um homem entrou na escola e atirou contra estudantes, deixando dez crianças mortas e 12 feridas. O Hemorio fica na Rua Frei Caneca, 8 e funciona das 7h às 18 horas.
A falta de doadores já havia prejudicado o estoque do banco de sangue da instituição. Com o episódio de hoje, todas as bolsas de sangue disponíveis foram enviadas para o Hospital Albert Schweitzer, onde as crianças foram levadas pelos bombeiros.
Para ser doador é necessário estar com um documento oficial de identidade com foto, ter entre 18 e 65 anos, pesar mais de 50 quilos e estar bem de saúde. Quem precisar de mais informações sobre doações, pode ligar para o Disque-Sangue: 0800-282-0708.

ALUNOS CONSEGUIRAM SAIR DA ESCOLA

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Uma professora da escola municipal Tasso da Silveira fez com que alguns alunos deixassem a unidade durante o ataque que matou 11 pessoas para pedirem ajuda, afirmou o governador Sérgio Cabral (PMDB). 


Segundo ele, dois desse estudantes percorriam uma rua próxima a escola quando encontraram um carros da Polícia Militar. As duas crianças -que estavam feridas-- foram socorridas e um PM identificado como sargento Alves foi ao local.

Cabral chegou a agradecer a ação do policial e afirmou que a tragédia poderia ter sido muito pior. O sargento baleou o suspeito durante os ataques. Já no chão, o rapaz se matou. O policial afirmou que o rapaz chegou a apontar a arma para ele quando estava na escada que dá acesso ao terceiro andar da escola.

http://sigaaovivo.blogspot.com

GOVERNO DO RJ VAI INVESTIGAR ORIGEM DE ARMAS

http://exame.abril.com.br/assets/pictures/20842/size_590_cabral-590.jpg?1292351971

A origem das duas armas usadas por Wellington Menezes de Oliveira no massacre de 11 alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste da cidade, será investigada, disse hoje o governador Sérgio Cabral. Ele estava muito armado, estava com um cinto de munição, que é coisa de profissional, disse.A Polícia Civil confirmou que o autor dos disparos usava dois revólveres calibres 38 e 32, além de um cinto de munição.

O governador também assegurou que os funcionários da escola e os professores estão recebendo atendimento psicológico para ajudar a superar o trauma da tragédia.

O prefeito Eduardo Paes, que acompanhava Sérgio Cabral na visita ao local do massacre, manifestou solidariedade às famílias das vítimas e suspendeu as aulas na escola, que ficará à disposição da Polícia Civil para as investigações. Esses pais e mães contam com meu apoio e carinho, declarou.

Postado por Lucas Félix

Columbine 2?

Tragédia em Realengo

Um homem de 24 anos entrou em uma escola municipal na Zona Oeste do Rio na manhã desta quinta-feira (7), atirou contra alunos em salas de aula, foi atingido por um policial e se suicidou. O crime ocorreu por volta das 8h30.
Segundo o diretor do hospital para onde as vítimas foram levadas, 11 crianças morreram (10 meninas e 1 menino) e 13 ficaram feridas (10 meninas e 3 meninos).
O corpo de Welligton Menezes de Oliveira, atirador do ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, foi retirado por volta das 12h20, de acordo com os bombeiros.

"É muito cedo para entrar em detalhes sobre esta monstruosidade ocorrida numa escola municipal em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Não se sabe o que provocou a loucura assassina daquele homem. Mas não é um caso de segurança pública, como seria um assalto, uma perseguição. É, certamente algo ligado à cultura psicótica da violência, que se desborda nestes massacres, como tantas vezes já ocorreu nos Estados Unidos. Depois falamos disso, há muitas crianças ainda sendo socorridas e são elas que merecem, agora, os nossos pensamentos." Brizola Neto


 "Cumpri o meu dever."  sargento Márcio Alves 

“Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala”. aluna 

“Minha filha morreu com 13 anos”. mãe de Mariana Rocha de Souza, estudante da Escola Municipal Tasso Silveira.

“Hoje, temos também que lamentar o fato que aconteceu em Realengo com crianças indefesas. Não era característica do país ocorrer este tipo de crime. Por isso, considero que todos aqui, homens e mulheres, estamos unidos no repúdio àquele ato de violência, no repúdio a esse tipo de violência sobretudo a crianças indefesas". presidenta Dilma Rousseff

domingo, 3 de abril de 2011

A Guarda Portuária precisa apertar o passo.

Marinha vai apoiar Antaq em ações de interdição de embarcações

A ANTAQ e o Comando do 1º Distrito Naval firmaram, no último dia 30, na sede daquele Comando, no Rio de Janeiro, um termo de cooperação técnica e operacional visando à fiscalização das empresas de navegação, das embarcações nacionais e estrangeiras, portos e terminais, nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.
O termo, que faz parte do acordo celebrado pela Agência e a Marinha do Brasil, em maio de 2008, foi assinado pelo diretor-geral da ANTAQ, Fernando Fialho, e pelo comandante do 1º Distrito Naval, Vice-almirante Carlos Augusto de Sousa.
Pelo termo, cabe à Marinha apoiar as equipes de fiscalização da ANTAQ no cumprimento das suas tarefas, pela disponibilização de transporte terrestre, sala de apoio dotada de equipamentos de comunicação e computador; transporte marítimo, ou fluvial, e hospedagem nos hotéis de trânsito da corporação.
Cabe ainda à instituição naval apoiar a ANTAQ em ações de interdição de operação irregular de embarcações.
A ANTAQ, por sua vez, tem entre suas obrigações disponibilizar as informações sobre o transporte aquaviário no âmbito da sua competência, informar a Marinha sobre o Plano Anual de Fiscalização (PAF) e transferir os recursos financeiros relativos ao custeio do apoio às suas atividades de fiscalização.
Distritos Navais
O acordo celebrado com a Marinha do Brasil prevê a assinatura de termos de cooperação com os diversos comandos dos Distritos Navais, buscando garantir a cobertura de todo o território nacional para as atividades de fiscalização da ANTAQ.
Além do documento assinado nesta semana, já foram firmados termos de cooperação com os comandos do 3º Distrito Naval, com jurisdição nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e Alagoas; do 6º Distrito Naval (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul); com o comando do 4º DN (Pará, Amapá, Maranhão e Piauí); e do 2º DN (Bahia e Sergipe).
Os próximos termos serão assinados com os comandos do 5º Distrito Naval, para a área de jurisdição da Unidade Administrativa Regional da Agência em Florianópolis; 8º Distrito Naval para as atividades realizadas no Estado de São Paulo, notadamente a Hidrovia Tiête-Paraná; com o 9º DN, para atividades no Amazonas, onde prevalece a navegação interior e, finalmente, com o Comando do 7º Distrito Naval para as atividades desenvolvidas nos Estados de Goiás e do Tocantins.
Antaq

ACT/2011 CDRJ

ATO SOLENE DE ENTREGA À CDRJ DAS PAUTAS NACIONAL E REGIONAL DO ACT 2011/2012

Companheiros e companheiras,

Conforme calendário nacional, a Categoria Portuária do Rio de Janeiro, simultaneamente com as demais de todo o Brasil, realizou, ontem, Ato Público para entrega à presidência da CDRJ das pautas nacional e regional do ACT 2011/2012.

Dr. Jorge de Mello recebe das mão de Sergio Giannetto proposta de ACT/2011

 Ao receber as pautas das mãos do presidente Sérgio Giannetto, acompanhado por pelo menos um de cada categoria profissional, o Presidente da CDRJ, Jorge Mello, aproveitou a oportunidade para reafirmar que a contraproposta de enquadramento já estava pronta e semana que vem a comissão paritária que trata dessa questão seria convocada para que tomasse conhecimento.


A manifestação foi um sucesso. Compareceram mais de 150 companheiros e companheiras. Esteve presente no evento o Diretor da CUT do RJ, Marcello, que afirmou, a exemplo do Presidente da CUT Nacional, Arthur Henrique, o total apoio para que possamos obter êxito às nossas lutas.
Estamos agora aguardando manifestação da CDRJ, de forma que possamos iniciar as negociações.
Quanto às ações de caráter nacional, a FNP enviou correspondências aos ministros da Secretaria de Portos e do Planejamento Orçamento e Gestão comunicando a aprovação da pauta nacional pela Categoria Portuária Brasileira e marcando audiência para início das negociações.


Por fim, companheiras e companheiros, não podemos permitir que outros interesses sobressaiam ao comum, juntos estamos e juntos venceremos.

QUEM LUTA CONQUISTA!!!

Postado por Sindicato dos Portuários do Rio de Janeiro às 22:08

Precisamos de Mais