sexta-feira, 23 de abril de 2010

Porto de Aratu será PRIVATIZADO

O governo decidiu começar o processo de licitação de portos públicos pelos Estados da Bahia e do Amazonas.

O plano é licitar dois portos na Bahia: um novo, que será construído por investidores privados próximo ao Porto de Ilhéus (chamado Porto Sul), e outro já existente, o de Aratu, na Baía de Todos os Santos, que será privatizado. No Amazonas, será licitado um novo porto em Manaus.
A licitação de portos públicos está prevista desde a reforma do setor, em 1993. Apenas na semana passada o governo lançou as regras gerais para as licitações, que estabelecem concessões de até 50 anos e o critério de maior valor pago ao governo pela outorga para decidir quem vence a disputa.
O governo espera poder atrair para o negócio os atuais operadores privados de terminais portuários (como os grupos Santos Brasil e Libra, por exemplo) e os grandes usuários de transporte de carga (exportadores e importadores), como mineradoras (Vale, EBX, Bahia Mineração), fabricantes de produtos químicos (Braskem) e empresas do agronegócio. “A expectativa é lançar os editais neste ano”, disse o ministro Pedro Brito, da Secretaria Especial de Portos.
A meta do governo, no entanto, é ousada. Antes que seja possível lançar um edital, há várias etapas burocráticas a cumprir, envolvendo estudos de viabilidade, licenças, regras a serem definidas pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) e estudos que precisam ser aprovados pelo TCU ( Tribunal de Contas da União).
Hoje, existem portos públicos, aos quais qualquer interessado em transportar cargas têm acesso, e terminais privados, fora da área do porto público, que podem ou não movimentar cargas de terceiros.
Os concessionários privados dos portos públicos serão remunerados por meio da tarifa cobrada dos usuários.
Com exceção do Porto de Imbituba (SC), concedido à iniciativa privada em 1941, os portos públicos são operados por estatais. Em 2012 vence a concessão do Porto de Imbituba e ele será licitado.



Processo está adiantado

De acordo com Fernando Fialho, diretor-geral da Antaq, a privatização do Porto de Aratu e o Porto Sul da Bahia são os projetos que estão mais adiantados. No caso de Aratu, já está sendo feito o estudo de viabilidade e um decreto já criou os limites do porto.
Fialho informou que a agência reguladora terá que fazer estudos para saber quais os efeitos que os novos portos terão sobre os atuais, para evitar que haja canibalização. Atualmente, o Porto de Aratu é administrado pela Codeba (Companhia Docas da Bahia, estatal federal), que será indenizada quando ele passar para a iniciativa privada. Os novos concessionários terão que fazer obras de melhoria e ampliação.Os estudos sobre o Porto de Aratu indicam que suas cargas prioritárias deverão ser granéis líquidos, produtos siderúrgicos e contêineres (carga geral).
Para que ele se torne um empreendimento mais atrativo, seria necessário fazer obras de melhorias e adequação na rodovia BR-101 e na Ferrovia Centro-Atlântica.
O Porto Sul, que será construído e operado pela iniciativa privada próximo ao Porto de Ilhéus (BA), servirá principalmente para escoar a produção de soja do oeste da Bahia e do Tocantins e minério de ferro.

Publicada: 18/04/2010 23:36
Atualizada: 18/04/2010 23:25

Fonte: A TRIBUNA -BAHIA

Associação dos Guardas Portuários do Estado da Bahia
ASGPOR-BA

Caça-níqueis na Zona Portuária

O material apreendido está sendo levado para um galpão do Cais do Porto, na Avenida Francisco Bicalho, Centro do Rio

20/4/2010 - Ramon Mendonça

Cerca de 600 homens participam de mais uma grande operação, realizada nesta terça-feira, para apreender máquinas caça-níqueis em diversas regiões do estado do Rio. Cerca de 100 delegacias do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC), do Interior (DGPI), da Baixada (DGPB) e de Polícia Especializada (DGPE) foram envolvidas na ação, que tem como objetivo arrecadar as máquinas.
Até o momento, 1.173 máquinas foram apreendidas. O material arrecado foi levado para um galpão do Cais do Porto, na Avenida Francisco Bicalho, Centro do Rio. A ação, foi coordenada pelo subchefe operacional da Polícia Civil, delegado Carlos Oliveira. Segundo ele, a operação reafirma o compromisso da Polícia Civil em combater este tipo de crime em todo o Estado.


“Mesmo com a demora no procedimento de apreensão, pois temos que apreender, lacrar e trazer as máquinas para o depósito,vamos continuar fazendo ações como esta para impedir que estes aparelhos cheguem até esse criminosos”, afirmou o subchefe operacional.
Ainda segundo o delegado, as máquinas que estão depositadas na sede da Polinter, apreendidas durante outras operações, também serão levadas para serem armazenadas no galpão do Cais do Porto.

Fonte: http://www.policiacivil.rj.gov.br/exibir.asp?id=9019

terça-feira, 20 de abril de 2010

Vídeo

CAPTURADO

Narcotics Rewards Program: Nestor Ramon Caro-Chaparro


BUREAU OF INTERNATIONAL NARCOTICS AND LAW ENFORCEMENT AFFAIRS



Also known as "Felipe"

Date of Birth: November 20, 1967

Place of Birth: Colombia

Height: 5'7", Weight: 175 lbs

Eyes: Brown, Hair: Brown

Nestor Ramon Caro-Chaparro has been involved in narcotics trafficking since the late 1980's. He is responsible for sending multi-ton cocaine shipments from Colombia through Brazil to New England. In the late 1990s, he was a high-ranking member of a smuggling operation. He was involved in a large-scale drug and money laundering operation responsible for smuggling bulk quantities of cocaine in sea containers from Brazil to the United States totaling over 5 metric tons. Caro-Chaparro was indicted in the Eastern District of New York on September 26, 2001 for cocaine trafficking and money laundering. Caro-Chaparro allegedly has close ties to the Autodefensas Unidades de Colombia (AUC), a Colombian paramilitary organization that has been identified by the U.S. as a Foreign Terrorist Organization.

The U.S. Department of State is offering a REWARD OF UP TO $5 MILLION for information leading to the arrest and/or conviction of Nestor Ramon CARO-CHAPARRO.


Fonte: http://www.state.gov/p/inl/narc/rewards/115253.htm
 
E tem gente que insiste em dizer que os PORTOS NÃO SÃO portas de entradas para o NARCOTRÁFICO.