sábado, 20 de março de 2010

GP FALCONERE E SUA EQUIPE




SHOW DE COMPETÊNCIA EM SANTOS. A GURDA PORTUÁRIA E SEU CANIL


O CABRINI DEVERIA VER ISSO!
PARABÉNS FALCONERE E EQUIPE! PARABÉNS.

Mais uma Vez o NOBRE E COMPETENTE Comte. CARDOSO


Irmão
Gostaria de receber o texto em word para escrever sobre o assunto e você verificar se a minha coerência sobre o assunto merece ou não divulgação.
Pretendo imprimir e ler mais uma vez, para responder esse senhor comandante.
O descaminho, o trafico, a prostituição, a entrada e saída de pessoas não autorizadas devem ser exímios nadadores, porque usando dos caminhos fluviais e marítimos assolam diversas nações.
Tive um embate sério com o presidente do sindicato de oficiais de Marinha Mercante, aqui
em Belém, e posso te assegurar que todas as autoridades presentes ( ANVISA, DPF,DRF , PMFluvial etc.) ficaram a meu favor.
A despeito do que se possa dizer, sempre quedo pensativo diante da seguinte questão:
Por quê a Marinha do Brasil não tem esse mesmo lamento descabido e transloucado?????
Se impera a disciplina e a ordem nos Navios Mercantes, porque quê faríamos discriminação com os demais marítimos?
Apenas pelo prazer sádico de prejudicar???????
O texto apresenta os marítimos como "pobres coitados" enquanto somos os vilões da segurança portuária. Ao certo a insegurança existe no contexto nacional e não tão somente no cenário portuário.
Tenho apenas dois anos de militância em segurança portuária e já possuo um relicário de estórias verídicas que põem por terra os absurdos que esta dito "oficial", despido de ética, e enrrustido em segundas intenções tenta apresentar.
Jamais vi ou ouvi dizer que, cumprindo-se os expedientes e rotinas de verificação, alguma mãe, esposo, filho ou filha, deixou de ter a permissão devida para entar nos portos assim como deles sair.
Já vi tentarem passar "primas e primos" por parentes, carne de bode, cachaça e etceteras pelos acessos portuários, sem sucesso.
Tem de tudo e tem muito marítimo honrado, digno e profissional e não vou repetir o absurdo de generalizar minhas palavras para uma categoria, aspectos pontuais de comportamento inoportuno, adverso as normais e muitas vezes ilegal, de ditos "navegantes".
Repudio a reportagem, despida de valor agregado que só pretende lançar descrédito sobre aqueles que zelam dioturnamente pela segurança de nossos portos.
Há falhas, erros e até excessos, mas de ambas as partes e não será com reportagens dessa natureza que se chegará as melhorias que precisamos.
Sou tão "Comandante" como esse senhor e dediquei mais de 25 anos ao meu país servindo a Marinha do Brasil. Tenho um irmão que foi oficial de náutica e hoje encontra-se na Polícia federal que tanto tem feito pela moralidade nacional.
Não sou nenhum neófito neste assunto, entendes?
Porém, revisto-me de maior determinação ainda, para impedir que mais uma vez se atribua a Guarda Portuária do Brasil adjetivos deturpados e aí incluo os administradores portuários.
O mais intrigante é buscar os "por quês" reais de tais ataques, baseados em fatos destorcidos e meias verdades.
Vejo tudo isso como o desesperado grito de alguém para apenas "dar " uma satisfação a uma categoria que engorda os cofres desse senhor representante ou coisa e tal com o suor de seu labor.
Vamos trabalhar conjuntamente para melhorar o que temos!
Vamos respeitar para sermos respeitados!


Lembrem-se sempre que:


O TEXTO SEM CONTEXTO É PRETEXTO PARA A ERESIA!!!!!
GUARDA PORTUÁRIA DO BRASIL
SEGURANÇA COM RESPONSABILIDADE!
TFA
Cardoso

Portos brasileiros, fortalezas vulneráveis




Recente matéria veiculada na Revista UNIFICAR do Sindicato Nacional dos Oficiais da Marinha Mercante, SINDMAR, relata e esmiúça o martírio sofrido pelos marítimos para circularem no quintal de suas próprias casas, os portos brasileiros. A equipe de reportagem da revista, apenas no pequeno intervalo de tempo que levou para concluir a matéria, presenciou e descreveu casos de arbitrariedade e desrespeito ao trabalhador marítimo. Imagine se então quem passou uma vida toda Iabutando nesse ambiente. Não existe um só Comandante na Marinha Mercante que não tenha passado por constrangimentos e não cite inúmeros casos vividos por si próprio ou por seus tripulantes e familiares.

E não se diga que a aflitiva situação se deve ã implantação do Código ISPS. Ela é muito anterior. Vem desde a época em que nossos portos foram transformados em verdadeiras "fortalezas” com a implantação das Guardas Portuárias. A atual conjuntura apenas piorou a situação. O mais chocante, no entanto, é que os guardas que ficam nas cabines das ”fortalezas” não passam, com raras exceções, de meros vigias que se limitam a criar dificuldades. Os principais personagens - os maiores culpados são os mandantes; aqueles que expedem as ordens. Os insensíveis administradores, estes sim, ignorantes e arbitrários, apesar do curso superior, ou et pour couse, incapazes de darem ordens coerentes.

A implantação do Código ISPS deu a falsa impressão de que a discriminação contra os marítimos seria abrandada e que eles passariam a ser considerados de outra maneira. Afinal, que outra norma recomenda explicitamente que o marítimo deve ser diferenciado e resguardado no desempenho de sua profissão? O ISPS Code e bem claro no item 11 do Anexo l, que dizz "ao aprovar os planos de proteção de navios e instalações portuárias, os governos contratantes deverão ter consciência do fato de que o pessoal de bordo vive e trabalha no navio e necessita de licença em terra e de acesso as instalações para o bem-estar do marítimo, incluindo assistência médica”. O Código ISPS não prevê a proibição de visitantes a bordo, desde que identificados. O bem estar do marítimo, certamente, inclui a companhia de seus familiares.

Tenham dó. Esse tipo de gente não tem a mínima noção do que seja a disciplina e a hierarquia a bordo de um navio. Não tem a mínima noção da formação dos oficiais, nem mesmo das demais categorias a bordo, forma da por homens e mulheres. Para esse tipo de administrador e "autoridade”, a bordo só existem marginais, quiçá bandidos e terroristas; certamente partem dessa premissa. Enquanto as autoridades portuárias criam todo tipo de dificuldade aos tripulantes e familiares, a marginalidade de verdade esta assaltando navios, por terra e por mar, manietando e as vezes matando os tripulantes. Nas instalações portuárias, nem se fala. Invadem, arrombam, roubam e até subtraem contêineres com carreta e tudo saindo sem cerimônia pelo portão da frente. isto é simplesmente ridículo e revoltante.


Só quem vivenciou a rotina do mar pode entender; só quem já chegou em casa e viu os filhos correrem assustados sem saber quem era aquele cara é que pode entender; só quem deixou a mulher grávida e só voltou praticamente para ver o filho nascer e que pode entender; só quem teve que partir deixando a mulher ou um filho doente é que pode entender; só quem nunca teve o prazer de ver os filhos darem os primeiros passos e pronunciarem as primeiras palavras é que pode entender; só quem, depois de uma travessia oceânica, chega em casa feliz para batizar o filho com meses de idade e descobre que ele já morreu e foi enterrado, fato estoricamente guardado por sua mulher, é que pode entender; só quem, depois de meses ausente, ao tentar levar a mulher e os filhos para bordo e não conseguir, barrado por um idiota refestelado numa cabine do porto, que exige a certidão de casamento e de nascimento dos filhos, é que pode entender; só quem, depois de meses de viagem, chega ao seu país e, depois de assistir a tanta cretinice, é atacado por piratas que invadem o navio pelo mar e, por resistir em abrir o cofre e se recusar a abrir os camarotes com a chave mestra, é violentamente agredido, só não morrendo por pura sorte, é que pode entender.

É preciso uma mudança de mentalidade, dirão os incorrigíveis otimistas. Como acreditar em mudança de mentalidade? Ceticismo é a palavra certa. É preciso que nossas autoridades portuárias conheçam a vida de bordo. Saibam que lá existem pessoas que conhecem a importância de seus trabalhos em prol da sociedade; que lá existe seriedade, ordem, disciplina e abnegação, muito mais do que em muitas organizações que mais atrapalham do que ajudam. Nenhum tripulante leva nada e ninguém para bordo sem o conhecimento do Comandante ou seus prepostos, 0 Imediato e o Oficial de Serviço, e estes respondem por ele.

No navio, vale repetir, existe ordem e disciplina e esse tripulante está submetido a ela. Ninguém ingressa a bordo acompanhado sem permissão antecipada do comando do navio. Se mesmo assim houver qual quer suspeita do ”cioso vigilante do porto", basta um simples telefonema para bordo para confirmar a versão do tripulante. Ou uma simples e rápida identificação do (a) acompanhante com a concessão de um crachá para ser devolvido na saída, ou coisa Parecida. Nada mais que isso. O Código ISPS instituiu o PFSO, Oficial encarregado pela proteção portuária, e o SSO, Oficial de Segurança do Navio. Uma simples comunicação entre os dois dirimiria qualquer dúvida. Mas não há interesse do lado portuário. Além do mais, o FPSO, ao contrário do SSO, dificilmente é encontrado e quase nunca vai a bordo, o que é sua obrigação.


Da mesma maneira, o transporte de tripulantes e acompanhantes para bordo pode ser facilmente controlado. Se uma condução está indo para bordo com vários tripulantes, basta identificar o tripulante mais antigo e saber se ele se responsabiliza pelos demais e pela condução, assinando um formulário adequado. Vários Comandantes já tentaram isso e receberam um debochado sorriso do "eficiente guarda portuário” que continuou executando suas ordens cretinas. É uma total falta de respeito e consideração. Um verdadeiro non sense.
Mas os culpados disso tudo são os marítimos. Quem pode entender esses tresloucados que se submetem a uma vida tão dura e ainda tem de aturar esse tipo de tratamento preconceituoso e sem sentido?

Dedicação ao mar não tem idade
O Oficial Luiz Augusto Ventura é Diretor de Comunicação Social do Centro dos Capitães da Marinha Mercante e Editor responsável pela publicação do Boletim Informativo da entidade. Formou-se pela antiga
Escola de Marinha Mercante do Pará e ingressou na Fronape em 1962 como Segundo Piloto, ali galgando todos os postos de sua carreira até chegar a Capitão de Longo Curso. Aposentou-se em 1993 com cerca de dois milhões de milhas navegadas.
Já aposentado, recebeu convite para embarcar numa viagem a bordo do 00 Jurupema em 1996. Quando regressava ao Brasil, vindo do Golfo Pérsico, enfrentou a mais difícil missão de sua vida ao atender um pedido de socorro do navio Cipriota, que naufragava no Oceano Índico
sob condição meteorológica próxima de um furacão. O Comandante Ventura salvou 27 náufragos e seu feito teve repercussão no Brasil e no exterior. Por isto, Ventura recebeu a Medalha Distinção de Primeira Classe do então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, em Brasília. Durante a carreira, o Oficial foi condecorado com as medalhas Mérito Tamandaré e Mérito Naval.

Fonte: Revista UNIFICAR
Sindicato Nacional dos Oficiais da Marinha Mercante – SINDMAR
Edição Nº26 - Abril/2009

EDIÇÃO RETROSPECTIVA 2008

segunda-feira, 15 de março de 2010

CURSO DE DEFESA PESSOAL URBANA



TAÍ MAIS UM CURSO EM FAVOR DOS GUARDAS PORTUÁRIOS QUE A AGPERJ VAI PROMOVER.

Curso de Defesa Pessoal Urbana – ABraPAM

Primeiro curso de Defesa Pessoal Urbana de 2010, oportunidade única de aprender com os instrutores dos principais cursos de operações especiais do Brasil!
Hoje SOMENTE à ABRAPAM - CENTRO DE TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO TÁTICA LTDA, atua como empresa nos principais cursos de operações especiais do BRASIL, veja nossas recomendações abaixo:
http://www.abrapam.com.br/abralistacartas.aspx?id=133
TENHA UM CERTIFICADO RECONHECIDO COMO SINÔNIMO DE QUALIDADE E APRENDIZADO REAL.
DATA: 26/03/2010

DIA DA SEMANA: sexta-feira (18h às 20h) sábado (9h às 18h) domingo (9h às 18h)

LOCAL: BASE ABRAPAM RIO DE JANEIRO
INVESTIMENTO À VISTA: R$ 200,00 - parcelamos
INSCRIÇÃO FINANCEIRA: R$ 80,00 + 2X R$ 70,00
INSCRIÇAO ON-LINE: http://www.abrapam.com.br/abraCursoInscricao.aspx?id=46




veja: http://extra.globo.com/rio/materias/2009/06/20/homens-da-core-bope-militares-dao-curso-de-defesa-pessoal-para-civis-756438655.asp


AGPERJ FAZENDO ACONTECER.

NEGOCIADOR - O CURSO


VEM AÍ MAIS UMA INICATIVA DA AGPERJ.
NOS DIAS 6, 7 E 8 DE ABRIL.


AOS INSPETORES ASSOCIADOS DA GUARDA PORTUÁRIA, SERÁ OFERECIDO O CURSO DE NEGOCIADOR.


VAGAS LIMITADAS = 25 VAGAS PARA O RIO DE JANEIRO E ALGUMAS PARA OUTROS ESTADOS DA FEDERAÇÃO.


CUSTO DO CURSO R$ 800,00 E PARA ASSOCIADOS AGPERJ = R$0,00 ZERO REAIS.


ATENÇÃO:


O CURSO É DIRECIONADO PARA INSPETORES ASSOCIADOS SOMENTE.
MAIS UM OFERECIMENTO DA ABRAPAM.
INSCRIÇÕES NA AGPERJ
OUTRAS INFORMAÇÕES AOS COMPANHEIROS DE OUTRAS FORÇAS POLICIAIS
INTERESSADOS LIGAR:
21-7850-6174 CARLOS - ABRAPAM
21-7831-1488 JAMIL - AGPERJ