sábado, 18 de julho de 2009

CODEBA


Portuários podem entrar em greve na segunda



Ontem (15), às 18h, o auditório da Companhia das Docas do Estado da Bahia (CODEBA) ficou lotado pela categoria portuária vinculada a empresa, em mais uma assembléia. O encontro teve como objetivo discutir a pauta de reivindicações da campanha por melhores condições de trabalho e sanar os problemas enfrentados com a data-base.
Após iniciada a reunião, foi feito um levantamento das assembléias anteriores, com as respostas, propostas e contrapropostas rejeitadas pela empresa. Os trabalhadores se mantêm firmes em não aceitar a extinção de direitos já alcançados, como a questão da jornada de trabalho da Guarda Portuária, operação e manutenção, bem como seu reajuste salarial, entre outras coisas.
Como a CODEBA ficou de, a partir de segunda-feira (20), descumprir o conteúdo do acordo vigente até a data em questão, a categoria não encontrou outra opção a não ser a greve por tempo indeterminado. Ou seja, se a empresa, realmente exercer o que foi informado à categoria, os portuários da Bahia empregados da CODEBA decretam a paralisação das atividades a partir das 7h, do próprio dia 20.
Os sindicatos estão se organizando e aguardando um posicionamento da empregadora.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

CARAVANA


Guarda Portuária da Codesa ameaça operação padrão

Lívia Francez


Guarda portuária da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) ameaça realizar operação padrão em decorrência da insatisfação contra supervisores e coordenadores e dos atrasos na negociação do acordo coletivo da categoria. Caso a medida seja aplicada pode trazer transtornos ao porto e às empresas que arrendaram parte dele.
Segundo os autores de um panfleto que foi espalhado pelos postos de trabalho, que preferem manter o anonimato, o porto sofre de falta de estrutura contra a grande demanda de caminhões fora dos padrões exigidos pelo Código Brasileiro de Trânsito.
No panfleto, os trabalhadores alegam que enfrentam problemas como ameaças, cancelamento de troca de escalas, troca de guarda de suas equipes sem justificativa, ausência de iniciativa por parte da supervisão para providenciar uniformes e porte de armas, negligência quanto à entrega do armamento novo e coletes balísticos e impasse nas negociações a respeito do acordo coletivo.
Os trabalhadores realizariam uma assembleia geral após a assembleia ocorrida na última sexta-feira (10), mas ela foi cancelada pelo fato deles ainda estarem em negociação com a diretoria.
Os portuários ainda estão em estado de alerta e podem deflagrar a operação padrão, embasados no Código Brasileiro de Trânsito, Código Internacional de Segurança para Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code) e normas internas da empresas.


Fonte: http://www.seculodiario.com.br/exibir_ultimasnoticias.asp?id=2977

Guarda Portuária no Trânsito

Quarta-Feira 8 de Julho de 2009

Últimas Notícias

Guarda Portuária poderá fiscalizar trânsito no portoRequerimento para este fim foi apresentadoEm atenção à reivindicação do Sindaport e Guarda Portuária, o vereador Benedito Furtado (PSB) apresentou requerimento na sessão do último dia 18/05/09, solicitando à Codesp a possibilidade de definir junto ao – Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte – DENIT – e Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN , realização de convênio para que a Guarda Portuária possa responder pela fiscalização do trânsito nas vias incluídas dentro do porto organizado. O objetivo é evitar clima de discórdia entre membros dessa corporação e base móvel da Polícia Militar que foi solicitada a atuar no Porto a pedido do comitê de logística do Conselho de Autoridade Portuária- CAP.O entendimento do Sindaport, que analisou ampla legislação sobre trânsito, as ações de fiscalização da Polícia Militar na área portuária seriam nulas com base na legislação vigente, tendo em vista que o porto organizado não se encontra sob circunscrição de uma Autoridade de Trânsito. Embora as duas corporações tenham um bom relacionamento, a implementação de uma Base Móvel da Polícia Militar no porto não é bem vista pela guarda portuária, tendo em vista que cabe a essa corporação todas as ações de vigilância e segurança do Porto. Resolve questões de ordem, disciplina, guarda de imóveis, mercadorias e equipamentos, faz detenções e registro de acidentes, colabora em salvamentos e encaminhamento de feridos ao Pronto Socorro, faz acionamento do Corpo de Bombeiros em caso de incêndios entre outras atividades. Ou seja, tudo que acontece no porto tem participação da equipe de 20 inspetores e mais de 400 guardas portuários. Portanto, assumir a fiscalização e aplicação de multas de trânsito estaria dentro de sua capacidade de atuação, na medida que a GP trabalha 24 horas por dia e tem amplo domínio de toda a área do porto organizado .

¨Já a Polícia Militar não tem nem efetivo suficiente para cuidar da prevenção à criminalidade nos diversos bairros de Santos, notadamente em áreas onde o tráfico e consumo de drogas, roubos e assaltos vêm crescendo, junto a favelas, morros, Orla, Centro e outros bairros¨, assinala Furtado. ¨Por isso - completa o vereador - concordamos com a análise do Sindaport, de que houve uma certa precipitação do comitê logístico do CAP em pedir uma Base Móvel da Polícia Militar para atuar em área de jurisdição federal¨. “O melhor é a Codesp definir junto ao DENIT/CONTRAN e órgãos afins, a possibilidade de firmar convênio com a autoridade portuária, permitindo que a Guarda Portuária fiscalize o trânsito e tenha atribuições decorrentes, inclusive o poder de multar infratores”.


Vereador Benedito Furtado (PSB)Gabinete: Rua XV de Novembro, 103 – 1º andar – sala 2 – SantosFones: 0xx13 3211-4118 e 3219.3850

www.beneditofurtado.com.brgabinete@beneditofurtado.com.b